i3C é destaque em evento nacional de PPCP

A i3C foi uma das patrocinadoras oficiais do 3º Congresso Brasileiro de PPCP & Gestão Industrial, que reuniu mais de 350 profissionais da área, vindos das regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, entre os dias 17 e 18 de agosto, no Inovaparq, em Joinville (SC).

“Acreditamos que iniciativas como essa desempenham um papel crucial em conectar teoria e prática, possibilitando que a indústria abrace o potencial da transformação digital de maneira eficaz e eficiente”, destacou o CEO da i3C, Evandro Eckile.

No estande da empresa, participantes tiveram a oportunidade de conhecer na prática soluções já implementadas pela i3C, como a bem-sucedida rastreabilidade por RFID, aplicável à matéria-prima, a peças e a produtos acabados, e sistemas eficientes de controle e monitoramento em tempo real por IoT (Internet das Coisas), com dashboards exclusivos.

“O RFID não apenas aumenta a eficiência, mas também traz uma camada adicional de transparência e confiabilidade aos processos. Já a solução de IoT, que fornece insights em tempo real sobre o desempenho da produção, está elevando os padrões de eficiência e agilidade na indústria”, destaca a engenheira de produção Roseméri Rosa, diretora da i3C.

A i3C também esteve entre as protagonistas da sessão Pergunte aos Especialistas, com o engenheiro Leonardo Kaimen esclarecendo como as soluções tecnológicas já impactam a rotina produtiva de diversas indústrias no Brasil. “O congresso nos proporcionou um ambiente propício para essa colaboração, nossa meta é continuar construindo um futuro onde a tecnologia e a inovação se unam para impulsionar o crescimento dos negócios”, destaca o diretor.

Kaimen foi um dos ministrantes do minicurso “PPCP de Alta Performance: tecnologias que já solucionam os desafios do setor”, oferecido pela i3C durante o congresso, com vagas esgotadas.

CEO da i3C abordará estratégias de Cibersegurança para a indústria

Com o aumento da conectividade nas linhas de produção e a digitalização dos processos industriais, a segurança cibernética tornou-se uma prioridade para as empresas protegerem os seus ativos, a produção e garantir a continuidade das operações.

Em 2022, o Brasil sofreu 103,16 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, um aumento de 16% em relação a 2021, segundo o laboratório FortiGuard da Fortinet. Dentro desse universo, são inúmeras as ameaças e vulnerabilidades capazes de parar uma operação fabril.

Para ajudar profissionais e líderes da indústria neste desafio de prevenção e proteção, no próximo dia 19/07, será realizado o evento “Cyber Talks”, que trará insights valiosos sobre as melhores práticas, estratégias de defesa cibernética e as soluções avançadas de cibersegurança para todo o ambiente conectado das linhas de produção fabril.

O evento é uma iniciativa de três das maiores parceiras da indústria brasileira na transformação digital e reunirá: Eduardo Dalpiaz, diretor de Negócios da Sigma e especialista em soluções avançadas de cibersegurança; Serafim Ivo de Faria, gestor de Negócios de Segurança de Sistemas OT na Fortinet, e Evandro Eclike, CEO e cofundador da i3C, especialista em IIoT, Indústria 4.0 e cibersegurança.

“A i3C está comprometida em fornecer soluções inovadoras e seguras para o setor e esse evento é uma oportunidade única para compartilhar conhecimentos e impulsionar a segurança cibernética na indústria”,

afirmou Evandro.

O Cyber Talks é gratuito e as empresas e profissionais que estiverem interessados em participar, podem solicitar o convite aqui.

Serviço:
Cyber Talks
Data: 19 de julho, quarta-feira – às 18h
Local: Bourbon Joinville Convention Hotel – Joinville (SC)
Endereço: Rua Visconde de Taunay, 275 – Centro de Joinville
Inscrições: https://bit.ly/CyberTalksJoinville

5 Setores que estão Ganhando com Soluções RFID

As soluções de Identificação por Radiofrequência (RFID) têm se mostrado cada vez mais relevantes e eficientes em diferentes setores da indústria. Com a capacidade de rastrear e identificar objetos de forma precisa e automatizada, o RFID oferece uma série de vantagens para empresas que desejam otimizar processos, aumentar a produtividade e reduzir custos. Neste artigo, exploraremos cinco setores que podem se beneficiar significativamente com o uso de soluções RFID: Indústria e Logística, Têxtil, Agropecuário, Controle de Patrimônio e Gestão de Ativos.

RFID na Indústria e na Logística

A indústria e o setor logístico são alguns dos principais beneficiários das soluções RFID. Com a utilização de tags RFID em produtos, embalagens e paletes, é possível automatizar a gestão de estoques, agilizar processos de recebimento e expedição, e monitorar a localização de itens em tempo real. Além disso, o RFID proporciona maior visibilidade da cadeia de suprimentos, reduzindo erros e perdas, e otimizando a eficiência operacional.

RFID no setor têxtil

No setor têxtil, o RFID é uma solução poderosa para melhorar a gestão de inventário, especialmente em lojas de varejo e grandes armazéns. Ao utilizar etiquetas RFID em peças de vestuário, é possível identificar rapidamente os itens disponíveis, automatizar o processo de inventário e evitar erros de contagem. Além disso, o RFID permite aprimorar a experiência do cliente, proporcionando uma experiência de compra mais personalizada e eficiente.

RFID no setor agropecuário

No setor agropecuário, as soluções RFID têm se mostrado essenciais para a rastreabilidade de produtos e animais. Com o uso de tags RFID em animais, como gado e aves, é possível acompanhar seu histórico, identificar e rastrear indivíduos de forma precisa. Além disso, o RFID permite monitorar a temperatura e a localização de produtos perecíveis, garantindo a qualidade e a segurança alimentar ao longo da cadeia produtiva.

RFID na gestão de ativos e controle de patrimônio

Empresas que lidam com um grande número de ativos e equipamentos podem se beneficiar do uso de soluções RFID para o controle de patrimônio e a gestão de ativos. Ao utilizar tags RFID em itens de valor, como máquinas, ferramentas e dispositivos eletrônicos, é possível automatizar o inventário, monitorar o movimento dos ativos e prevenir perdas e extravios. O RFID simplifica o processo de auditoria e facilita a manutenção e a localização dos itens, resultando em uma gestão de patrimônio mais eficiente.

RFID para controle de acesso

No segmento de controle de acesso, as soluções RFID oferecem uma maneira eficaz de gerenciar e controlar a entrada de pessoas em locais restritos. Com a utilização de cartões ou pulseiras RFID, é possível garantir a segurança e a autenticação dos indivíduos, tornando o acesso mais ágil e confiável. Além disso, o RFID permite registrar e rastrear o histórico de entrada e saída, fornecendo informações valiosas para fins de segurança e monitoramento.

Se o seu setor é um dos 5 acima, atenção:

A tecnologia RFID oferece vantagens inigualáveis, permitindo rastreamento preciso, automação de processos e otimização das operações. Não há tempo a perder quando se trata de maximizar a produtividade, reduzir custos e aprimorar a experiência do cliente.

Ao contratar uma solução RFID hoje, sua empresa estará dando um passo à frente na busca pela excelência, conquistando uma vantagem competitiva e alcançando resultados impactantes.

NÃO ESPERE MAIS. FALE AGORA MESMO COM UM DE NOSSOS ESPECIALISTAS.

Entenda o Custo e o ROI do RFID para o seu negócio

Avaliando o custo do RFID? Querendo entender como calcular o ROI do RFID? Preparamos este artigo que explora os custos associados à implantação do RFID na gestão de ativos e processos e como comprovar seu retorno sobre o investimento (ROI).

Custos da Implementação de RFID

Ao avaliar os custos de implementação do RFID, estes podem ser divididos em três categorias: hardware, software e etiquetas RFID.

O hardware inclui todos os dispositivos necessários para a leitura de dados RFID, incluindo coletores, antenas, leitores, cabeamento, wi-fi, infraestrutura física e portais. O software envolve middlewares, licenças de leitores e coletores, e a integração com sistemas atuais.

Porém, um fator de custo crucial que deve ser considerado é a etiqueta RFID, que normalmente tem o maior impacto no orçamento do projeto.

Impacto das Etiquetas/ TAGs RFID no Projeto

O custo das etiquetas RFID é afetado por vários fatores, incluindo o tipo de material usado e o fato de ser um custo recorrente. Outra consideração importante é a escolha técnica das etiquetas, que se refere à memória, classificação e frequência das etiquetas, contribuindo para funções mais apuradas e em tempo real.

Calculando o ROI do RFID na Gestão de Ativos e Processos

Para avaliar o ROI do RFID, é crucial olhar além do custo da etiqueta em comparação com outras soluções, como códigos de barras ou QR code. Em vez disso, você deve considerar os impactos positivos que o RFID pode ter nos custos indiretos e na eficiência logística.

Com RFID, você alcança:

  • Maior visibilidade do estoque;
  • Altíssima precisão de inventário;
  • Otimização dos pedidos com redução no estoque total;
  • Forte redução no tempo de fornecimento;
  • Redução no tempo de recebimento e contagem;
  • Fim dos erros de expedição (logística reversa);
  • Forte redução no custo de mão de obra (conferência);
  • Prevenção de perdas;
  • mais 10 benefícios

Para quantificar o que isso significa em termos financeiros, coloque na sua planilha os custos decorrentes de:

  • perda de itens pela falta de acuracidade do estoque;
  • perda por produtos vencidos;
  • conferentes;
  • tempos do processo;
  • tempo de espera;
  • desperdícios com deslocamento;
  • e outros custos que serão reduzidos com a implantação do RFID.

Vamos ajudar com um exemplo:

Na ilustração seguinte, estimamos o valor economizado levando em conta um único item de estoque, que custa R$ 20,00 por unidade. O critério para redução de custos é a precisão do inventário de estoque. Neste cenário, um aumento de acurácia de apenas 7,9% resulta numa economia substancial de 790 mil reais.

Este é apenas um dos vários cálculos possíveis. Considerando ainda o inventário, para alcançar uma precisão superior a 90% (usando outros métodos de verificação), seria necessário examinar cada item individualmente, realizando uma dupla conferência. Para ilustrar melhor, observe a tabela a seguir:

A tabela demonstra que o tempo de inventário pode ser significativamente reduzido usando RFID, permitindo a contagem de 10.000 itens por hora, contra 300 itens com o código de barras. Isso significa que, no mesmo intervalo de tempo, um conferente consegue contar todo o estoque com RFID, enquanto com código de barras, apenas 3% seria contabilizado. Considerando esse cálculo, quantos conferentes você poderia realocar em seu processo?

No gráfico apresentado acima, fica claramente evidente que, em comparação com o código de barras ou QR code, obtemos um aumento de produtividade de 25% com RFID. Essa margem de 25% pode ser o fator determinante para um retorno de investimento favorável.

Traduzindo para a realidade prática: isso significa que você pode ampliar sua capacidade de expedição ou produção em 25%, ou reduzir correspondente 25% da mão de obra em sua estrutura.

Suporte Profissional para Avaliar o ROI do RFID

Na i3C, compreendemos que decidir investir em RFID envolve uma análise cuidadosa. Oferecemos suporte profissional para calcular o ROI do RFID. Analisamos seus processos e identificamos todos os custos indiretos envolvidos antes de apresentar uma proposta.

Se você precisa de ajuda para avaliar a viabilidade da implementação do RFID em sua empresa, conte com a i3C. Confiamos no trabalho que fazemos e no resultado que entregamos.

Vantagens do RFID para Gestão de Ativos na Indústria

Na indústria, a gestão eficiente de ativos é um desafio diário. Nós sabemos o quanto um gestor industrial tem de lidar constantemente com perdas, falhas e ineficiências na gestão de ativos. É a sua situação?

A Tecnologia RFID

Com nossa expertise em Gestão de Ativos Industriais, estamos convictos de que soluções baseadas em RFID resolvem esses problemas, porque essa tecnologia é mais eficaz em rastrear e gerenciar ativos. Como assim? O RFID, ou Identificação por Radiofrequência, usa ondas de rádio para ler e capturar informações armazenadas em uma etiqueta anexada a um objeto. Isso elimina a necessidade de contato direto ou linha de visão para leitura, tornando o processo de rastreamento muito mais eficiente.

Neste post nós detalhamos o que é RFID e como funciona. Mas se a sua prioridade agora é resolver seus problemas, pode ir direto para o parágrafo a seguir.

Impacto do RFID na Gestão de Ativos

A solução RFID da i3C trouxe melhorias significativas para nossos clientes que já adotaram. Localizar equipamentos que antes levava horas, passou a ser questão de minutos. A precisão do inventário aumentou, as falhas diminuíram, proporcionando uma visão mais confiável dos ativos.

Neste post nós detalhamos 10 vantagens que o RFID traz aos processos industriais. Pode ser bem útil para você convencer seus pares ou gestores! Mas agora queremos que você saiba os ganhos adicionais, no tópico a seguir.

RFID: Um Passo em Direção à Eficiência

O uso do RFID também qualifica a rotina dos gestores: com a gestão de ativos mais simples, precisa e eficiente, eles finalmente podem se concentrar na otimização e na inovação. Com isso, os gestores conseguem identificar oportunidades de redução de custos, aumento da produtividade e melhoria na satisfação da equipe.

MAS ATENÇÃO:

A tecnologia, por si só, não entrega esses resultados. Sua implementação requer um projeto que garanta o tripé tecnologia/processos/pessoas bem estruturado e uma solução que contemple além dos hardwares, software e integração.

Conheça o case desse nosso cliente e entenda bem do que estamos falando acima.

É por isso que a i3C oferece um sistema de gestão de ativos completo. Você pode optar em iniciar com a solução RFID, tendo à disposição também soluções de software de gestão de ativos, integração com ERP e Bureau de Impressão. A seguir, a gente explica.

E QUAIS SÃO AS OFERTAS DA i3C?

Na i3C, temos uma variedade de soluções para apoiar sua gestão de ativos:

  1. RFID: Nossa solução RFID, que inclui etiquetas e coletor, oferece um aumento de produtividade de até 85% comparado ao código de barras, além de fornecer dados precisos e atualizados em tempo real.
  2. Software de Gestão de Ativos: Nosso software exclusivo permite o controle e a visibilidade de todos os seus ativos. Você pode segmentar por área, integrar filiais e acompanhar inventários divergentes, movimentações e programação de manutenção.
  3. RFID Integrado com ERP: A integração do RFID com seu ERP existente facilita a migração de dados coletados por código de barras, sem perda de informações, agilizando ainda mais o inventário.
  4. Bureau de Impressão: Nosso serviço especializado para produção de etiquetas RFID de alta qualidade, personalizadas de acordo com a sua necessidade.

A Hora de Agir

Não espere mais. Entre em contato conosco hoje e descubra como a i3C pode ajudar a reduzir prejuízos, perdas, falhas e erros na gestão de ativos industriais da sua empresa. Queremos que você seja o próximo a aproveitar as soluções da i3C e experimentar a eficácia do RFID na gestão de ativos.

IoT de temperatura: o que é, como funciona e principais aplicações

IoT de temperatura: o que é, como funciona e principais aplicações

Cada vez mais, organizações de diversos setores estão usando IoT de temperatura para operar com maior eficiência e oferecer um serviço aprimorado, baseado em melhores tomadas de decisões. Especialmente as indústrias alimentícia e farmacêutica usam a Internet das Coisas (IoT) para evitar perdas e prejuízos financeiros, muitas vezes causados pela imperícia do monitoramento de temperatura manual.

Sendo assim, as soluções em tecnologia e os processos para digitalização e integração das informações para análise on time se traduzem em diversos benefícios para as indústrias de todos os segmentos.

As aplicações possíveis de IoT são muitas. Mas vamos focar no monitoramento de temperatura para podermos explicar tudo o que é importante saber a respeito desse uso da Internet das Coisas.

O que é IoT de temperatura e como funciona

IoT é a sigla em inglês para Internet of Things, que se traduz para Internet das Coisas, em português. O termo foi usado pela primeira vez em 1999, pelo cientista Kevin Ashton

Ele precisava de financiamento para uma pesquisa no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e escolheu o título “Internet das Coisas” para a apresentação que faria para executivos da Procter & Gamble.

Dez anos se passaram até que o acrônimo IoT fosse popularizado no Twitter. As pessoas tinham poucos caracteres para falar sobre o assunto, então, encontraram uma forma de sintetizar o termo.

Hoje, a expressão e o uso da IoT representa o que Ashton vislumbrava há mais de 20 anos: uma tecnologia que utiliza sensores para conectar a cadeia de suprimentos (‘rede das coisas’) à internet (‘rede de bits’) e, assim, capturar dados e transformá-los em informações úteis para o dia a dia, sem a necessidade de interação humana.

As conexões são feitas a partir de dispositivos inteligentes, que possuem sensores com funções bem específicas. Uma delas é realizar medições de temperatura e umidade.

Esses dispositivos usam também recursos como processadores e hardwares de comunicação para coletar, enviar e estruturar os dados que capturam. As informações podem ser tanto endereçadas para a nuvem quanto podem ser armazenadas em servidores locais, no modelo chamado on premises.

Porque é importante fazer o controle de temperatura na indústria

Existem alguns motivos para acompanhar os indicadores de temperatura na indústria. Um deles é evitar defeitos no funcionamento dos equipamentos a longo prazo.

A falta de controle da temperatura das máquinas, por exemplo, pode ocasionar desde processamento de produtos fora do padrão de qualidade, interrupções na linha de produção, até acidentes com pessoas.

No caso específico da indústria de alimentos, um estudo de caso conduzido pela i3C apontou que o desvio de temperatura da matéria-prima nos caminhões de transporte era a causa do atraso no abastecimento da linha de produção. Além disso, ocorria outro problema. A alteração na temperatura fragilizava a textura do produto e isso fazia a matéria-prima render menos na produção dos alimentos.

O descontrole da temperatura ambiente também pode influenciar a produtividade dos colaboradores. Em uma pesquisa conduzida pelo CareerBuilder, 53% dos entrevistados falaram que são menos produtivos quando trabalham em um local muito frio. Já 71% dizem se sentir da mesma forma em um ambiente muito quente.

Pela Norma Regulamentadora 17 (NR-17), do Ministério do Trabalho, para as pessoas sentirem o máximo de conforto e segurança, e ter desempenho eficiente, a temperatura no ambiente deve se manter entre 20 e 23 graus.

Como a IoT evita problemas com temperatura na indústria

A Internet das Coisas contribui de diversas maneiras para monitorar a temperatura nas operações industriais. Como pode ser aplicada tanto no processo de produção como no de logística, é capaz de solucionar diversos problemas e, por consequência, gerar inúmeros benefícios, como redução de custos e maximização dos lucros.

O que promove esses resultados é o uso de sensores inteligentes de temperatura e umidade. Quando colocados em um frigorífico ou câmaras frias, locais que habitualmente armazenam produtos perecíveis, por exemplo, os sensores fornecem leituras da temperatura do ambiente. O acesso a essas informações facilita a tomada de ação rápida no caso de imprevistos que possam danificar os produtos armazenados.

Exemplo de dashboard da i3C para IoT de Temperatura usada em monitoramento de câmara fria

Exemplo de dashboard da i3C para monitoramento de câmara fria com IoT de temperatura.

Outro segmento com que os sensores de temperatura inteligente colaboram é o de Tecnologia da Informação (TI). Muitas indústrias investem em data centers para hospedar aplicativos e dados essenciais. Nesses locais, a temperatura precisa se manter estável para manutenção da performance dos roteadores, switches, firewalls, servidores e outros.

Os danos podem ser imensos se uma desatenção com a temperatura do ambiente resultar em um superaquecimento. Isso impactaria no funcionamento de praticamente toda a indústria, provocando atrasos nas entregas, na produção e descontentamento nos clientes.

O que faz o sensor de temperatura?

Dispositivos IoT identificam as variações de temperatura em determinado meio e transformam essas informações em dados para serem analisados pela gestão da área na indústria.

É como se os sensores atuassem como “vigias” da temperatura e umidade, 24 horas por dia, nos sete dias da semana. 

E melhor ainda: além de “vigiar”, eles ainda avisam os tomadores de decisão na hora, ou seja, transmitem dados que geram alertas em tempo real.

Por se tratar de dispositivos tecnológicos, possuem inteligência para prever problemas e até mesmo sugerir a interrupção de um processo operacional mediante o registro de alguma anomalia.

Qual é a durabilidade de um sensor de temperatura IoT?

Fatores ambientais, intervalo de transmissão e taxa de dados podem influenciar na durabilidade, mas, no geral, um sensor de temperatura IoT detém uma longa duração.

Os componentes principais de um dispositivo inteligente são: um sensor de captura de dados, um microprocessador e recursos de comunicação wireless.

“Para uma resposta mais eficiente frente às diversas circunstâncias, os dispositivos utilizados na indústria devem ser robustos o suficiente para coletar os dados de forma remota e programáveis para tornar possível a inclusão de novos recursos quando for necessário”, orienta o CEO da i3C, Evandro Eckile.

Principais usos de soluções IoT de temperatura na indústria

Na Indústria, os IoTs recebem uma nomenclatura específica: Internet das Coisas Industrial – IIoT. Isso ajuda a diferenciar o uso de aplicações gerais das utilizadas em ambiente fabril.

O conceito é o mesmo. Apenas os dispositivos utilizados em cada segmento é que se alteram.

A Internet das Coisas é um dos principais pilares da indústria 4.0 para a transformação digital dos negócios. Além de auxiliar na manutenção preditiva, colabora com a cadeia de suprimentos, para a manutenção da qualidade dos produtos, acurácia das informações de produção e tomada de decisão”, explica Evandro.

Entre os principais usos de soluções IoT de temperatura na indústria, é possível destacar quatro deles.

Logística

Sensores de temperatura e localização, quando colocados em um caminhão refrigerado, permitem acompanhar a trajetória do veículo e as estatísticas de temperatura.

Assim, um caminhão que sai do pátio da fábrica pela manhã e apresenta um problema durante a viagem, não  precisa esperar chegar no destino para averiguar e resolver a situação. 

Os dispositivos implementados no caminhão enviam uma notificação para o gestor, que já pode providenciar a manutenção do veículo e informar ao motorista para redirecionar a rota para um local de assistência.

Os dispositivos de geolocalização ajudam a confirmar o deslocamento do caminhão até o novo destino e o tempo que levará para chegar.

Os sensores também impedem a perda da carga e evitam que a empresa tenha de arcar com prejuízos no caminhão. Além disso, permitem agilidade para solucionar eventuais problemas e garantir a entrega do produto intacto.

Manufatura

Os dispositivos IoT podem ser usados na produção industrial para monitorar a temperatura, a velocidade de extrusão, o ciclo de operação e a pressão das máquinas da fábrica.

A aplicação de IoT de temperatura nos processos de automação industrial:

  • facilita o monitoramento de desgastes;
  • possibilita prever a necessidade de manutenções;
  • permite aos responsáveis atuarem de forma ágil sempre que for identificada alguma anomalia.

Alimentação

Na indústria de alimentos, a inserção de sensores IoT de temperatura nos refrigeradores permite saber se o acondicionamento de cada produto está adequado, pois possibilita monitorar separadamente cada um, conforme o alimento:

  • congelador de pescados;
  • congelador de pratos prontos;
  • refrigerador de frios;
  • freezer de aves;
  • freezer de suínos;
  • e outros.

Os sensores monitoram a frequência com que as portas são abertas, avisam se a temperatura está acima do recomendado e se algum dos refrigeradores está com problemas e precisa de manutenção.

O objetivo das ferramentas de IoT na indústria de alimentos é fornecer informações precisas aos tomadores de decisão para que sejam mais assertivos e garantir a qualidade do produto para as vendas.

Farmacêutica

A IoT de temperatura também serve para garantir a qualidade dos medicamentos da indústria farmacêutica.

Sem o controle de temperatura adequado, por vezes a opção é descartar os produtos quando ocorre algum problema, para não haver o risco de utilizá-los em desacordo com os padrões mínimos de segurança.

Bons meios de controle colaboram para  evitar possíveis desperdícios. Os sensores para monitorar a temperatura e a umidade dos equipamentos usados para acondicionamento dos medicamentos realizam essa função com eficiência.

Os dispositivos fornecem informações em tempo real, dão alertas e geram relatórios automaticamente. A comunicação pode ser integrada com toda a equipe da fábrica. Dessa forma, a resposta às situações inesperadas é praticamente instantânea.

O uso da Internet das Coisas em ambientes de cuidado com a saúde proporciona redução do risco de perdas, atendimento em maior conformidade com as regulamentações dos órgãos de saúde e melhor eficiência operacional.

Conclusão

A Internet das Coisas ajuda as pessoas a viverem e trabalharem de maneira mais inteligente, além de obter controle sobre o que se quer monitorar.

Uma grande aplicação para a IoT é na indústria, onde várias soluções já estão disponíveis. Um exemplo é o uso de dispositivos para monitorar e manipular sistemas mecânicos e elétricos da área de produção remotamente.

Com a visão em tempo real de como os sistemas realmente funcionam, informações confiáveis sobre o desempenho de equipamentos e as operações da cadeia de suprimentos, as empresas:

  • reduzem seus custos;
  • diminuem os desperdícios;
  • melhoram a prestação de serviços;
  • obtêm maior transparência. 

A IoT incentiva as empresas a repensar a maneira como abordam seus negócios e fornece as ferramentas para aumentar a eficiência, já que permite:

  • monitorar os processos;
  • economizar tempo e dinheiro;
  • aumentar a produtividade dos funcionários;
  • integrar e adaptar modelos de negócio;
  • tomar melhores decisões;
  • gerar mais receita

Especificamente com a IoT de temperatura, o monitoramento inteligente e a integração de dados colaboram para um fluxo de trabalho contínuo e sem contratempos.

“Com isso,  a empresa avança na maturidade da transformação digital. Eliminam-se os relatórios segmentados e feitos no papel, manualmente. Os principais ganhos são eficiência, precisão e produtividade”, conclui o CEO da i3C.

Para saber mais sobre a aplicação da Internet das Coisas na indústria, basta acessar no blog o conteúdo sobre exemplos de IoT na prática. Ou, então, entrar em contato com a i3C para agregar ainda mais valor ao seu negócio.

Como a transformação digital da indústria favorece iniciativas ESG

*conteúdo originalmente publicado por ABII

Até recentemente, as empresas tinham que escolher entre construir um mundo justo e sustentável ou investir em ações visando aumentar seus lucros. No entanto, isso mudou. As organizações descobriram que a implementação de ações social e ambientalmente responsáveis ​​e boas práticas de governança são, na verdade, fatores que as ajudam a crescer e a atingir seus objetivos, inclusive financeiros.

É nesse cenário que o ESG tem sido valorizado pelo mercado e se tornado uma estratégia fundamental para que as empresas consigam alcançar isso e muito mais. Neste artigo, mostraremos tudo o que você precisa saber sobre o tema, como o que é e sua relação com a indústria 4.0 e a transformação digital. Confira!

ESG: o que é, origem e pilares

ESG é a sigla usada para “Environmental, Social, and Governance”, que significa Ambiental, Social e Governança. Este é um termo frequentemente usado para se referir às ações sociais, ambientais e de governança praticadas por uma organização, conforme a Associação Comercial de São Paulo.

Na prática, o conceito ESG é utilizado para destacar empresas que buscam minimizar os impactos de suas ações no meio ambiente. A ideia é construir um mundo melhor e responsável para quem está ao seu redor e manter os melhores processos de gestão com a finalidade de atingir seus objetivos de responsabilidade social e sustentável, além dos financeiros.

Origem do termo ESG

Você deve estar se perguntando qual é a origem dessa sigla, certo? O termo foi criado em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial e surgiu a partir de uma provocação de como integrar estes fatores ambientais, sociais e de governança ao mercado de capitais. Na prática, cada letra revela um nível de comprometimento da empresa com a causa ali definida. O documento reúne recomendações de diversos países, incluindo o Brasil, sobre como integrar questões sociais, ambientais e de governança à gestão de ativos corporativos.

Pilares do ESG

Segundo a Fundação ABRINQ, instituição que atua na defesa dos Direitos Humanos, o ESG possui três pilares. Saiba quais são:

  1. Environmental ou Ambiental: refere-se, de modo geral, a práticas empresariais voltadas para o meio ambiente, como redução da poluição, uso consciente da água e desmatamento, por exemplo;
  2. Social: relaciona-se à responsabilidade social e ao impacto da empresa na comunidade na qual está inserida. Por exemplo, investimento na segurança do trabalhador, realização de palestras sobre a importância de respeitar os direitos humanos, entre outros;
  3. Governança: está ligada às políticas de gestão da empresa, como práticas anticorrupção, implementação de canais de denúncias, auditorias e conduta corporativa, entre outras.

Importância da ESG para os negócios

Nos últimos anos, o impacto das empresas no meio ambiente e na comunidade tem se tornado cada vez mais evidente e, com isso, a necessidade de uma atuação responsável e sustentável tem se tornado mais frequente.  A seguir, entenda melhor a importância do ESG para um negócio:

Consumidor direto exigente

Os consumidores estão cada vez mais preocupados com questões relacionadas à responsabilidade socioambiental e atitudes das empresas no que concerne a esses assuntos. Mas o que isso significa? Para fechar novos negócios, as empresas precisam se adaptar às demandas do mercado e às exigências dos consumidores exigentes. Isso se aplica não apenas a consumidores diretos, mas também a pessoas jurídicas.

Mercado financeiro e de ações

O conceito de ESG afeta não apenas os consumidores, mas também o mercado financeiro. O ESG passou a ser uma base para análise de risco e tomada de decisão dos investidores e, com isso, gestores e fundos de investimento passaram a reduzir seus investimentos em empresas que não focam na sustentabilidade, boas práticas de gestão e ações de responsabilidade social.

Conforme um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG e 77% dos investidores institucionais pesquisados disseram que planejam parar de comprar produtos não ESG nos próximos anos.

Satisfação do público interno

Manter os colaboradores motivados é necessário para que uma indústria alcance rapidamente seus objetivos, como ter operações eficientes e produtivas. O respeito ao meio ambiente e à sociedade é uma atitude que contribui para isso. Os funcionários estão cada vez mais conscientes de seu papel na mudança das realidades ambientais e sociais.

Como a transformação digital e a indústria 4.0 favorecem iniciativas ESG?

As tecnologias podem ser integradas para impulsionar o desempenho de uma empresa, fortalecer seu papel na proteção do meio ambiente e desenvolver ações que visem construir um bom relacionamento com a sociedade por meio de estratégias de responsabilidade social.

Nesse sentido, a transformação digital e as tecnologias da indústria 4.0 facilitam a criação de iniciativas de ESG e potencializam seu uso nas empresas. Veja alguns exemplos:

  • Digitalização de processos: além de ajudar a aumentar a produtividade de uma indústria, a digitalização também a torna sustentável. Por exemplo, o uso de papel pode ser reduzido porque os processos podem ser digitalizados.
  • Criação de canais de denúncias digitais: canais digitais podem ser criados e disponibilizados nos sites das empresas. É uma prática de governança corporativa que auxilia as organizações a desempenhar um papel ativo no combate às práticas de corrupção.
  • Uso de programas de inteligência artificial: inteligência artificial pode ser aproveitada para detectar qualquer comportamento suspeito relacionado a práticas duvidosas, como violação de dados e corrupção.
  • Ergonomia para o colaborador: com o auxílio das tecnologias da indústria 4.0, como os gêmeos digitais, é possível melhorar a cadeia produtiva de uma indústria e fabricar produtos que garantam melhor ergonomia para os colaboradores. Desta forma, os acidentes de trabalho podem ser evitados e a empresa desempenha um papel ativo na garantia da satisfação dos funcionários.
  • Uso de robôs autônomos: é uma tecnologia da indústria 4.0 que pode ajudar as empresas a aumentar a produtividade. Além disso, pode ser usada para evitar sobrecarga de trabalho. Dessa forma, a qualidade de vida dos colaboradores pode ser garantida.

É importante ressaltar que outras operações de ESG podem ser implementadas por meio da transformação digital e das tecnologias da indústria 4.0, como um sistema de gestão para melhorar a tomada de decisões relacionadas ao impacto de uma empresa no meio ambiente e nas comunidades em que atua, por exemplo.

O uso de tecnologias pode ser uma espécie de indutor do ESG nas companhias e ao mesmo tempo uma forma de torná-lo economicamente viável. Com mais tecnologia nos processos melhora-se a precificação de produtos, os custos de produção são reduzidos e a participação no mercado é ampliada, para citar apenas algumas vantagens.

Como está a incorporação da ESG pela indústria?

Com a valorização do ESG no mercado, muitas indústrias já incorporaram essa solução em seus objetivos principais. Por exemplo: em uma pesquisa com 100 empresas realizada pelo Portal da Indústria, 71% delas afirmaram que estão se mobilizando para adotar medidas sustentáveis ​​como parte de sua estratégia de crescimento.

A tendência é que cada vez mais empresas adotem estratégias de ESG dentro de seu escopo para construir um bom relacionamento com seus públicos, acelerando assim o alcance das suas metas. Isso reflete diretamente a importância dessa solução para seu desenvolvimento e destaque no mercado.

Diante do que foi apresentado, não há dúvida de que a transformação digital e o uso de tecnologias da indústria 4.0 podem facilitar a criação de programas ESG, assim como reforçar as medidas de sustentabilidade que as empresas já adotaram. É uma solução que pode ter um grande impacto nas organizações que se preocupam com o bem-estar social e ambiental e desejam prosperar com segurança.

Especialistas garantem que o ESG não é uma evolução da sustentabilidade empresarial, mas sim a própria sustentabilidade empresarial (num e-book desenvolvido pela Fundação Dom Cabral com mais de 400 páginas é possível ter acesso a dezenas de artigos que ajudam a elucidar o tema). Companhias que não adotarem boas práticas tendem a ter sua competitividade impactada e estarão com o futuro ameaçado.

*conteúdo originalmente publicado em abii.com.br por Genara Rigotti

Potencializar a competitividade da indústria com tecnologia aplicada

Artigo por Evandro Eckile*

Aliar inovação a melhores resultados. Essa é a meta da vertical de indústria inteligente, uma das três prioridades de investimento do montante trilionário a ser gasto mundialmente com a transformação digital em 2022, cerca de 1,8 trilhão de dólares.

Big data, inteligência artificial e internet das coisas são as principais apostas para potencializar a competitividade da indústria com tecnologia aplicada. 

No Brasil, os valores somam 52 bilhões de dólares em 2022, com avanço de 14% e projeção acima do dobro da média global. Nosso país é o décimo mercado de tecnologia do mundo. 

Em paralelo, a elevada intensidade tecnológica como pilar, aliada à capacidade de produzir e vender no mercado mundial, é o fator que confere à Santa Catarina a segunda indústria mais competitiva do Brasil, atrás apenas de São Paulo.

Como resultados estaduais, destoando do cenário econômico nacional, o PIB segue crescendo, com alta de 6,4% em relação ao trimestre anterior; as exportações ultrapassaram a marca recorde de 1 bilhão de dólares, com alta acumulada de 27% no ano; a taxa de desemprego é 4,5%, a menor do Brasil. 

A aplicação de tecnologias com o objetivo de melhorar a eficiência, para gerar produtos de qualidade superior a um custo menor, destaca-se nesse contexto promissor. Por isso, atraiu também o LIDE-SC, extensão em Santa Catarina do maior grupo de lideranças empresariais do país, reunindo empresários e executivos C-Level que representam 52% do PIB privado nacional. 

O Comitê de Inovação aplicada à Indústria, que assumo o desafio de liderar junto ao LIDE-SC, tem a missão de reunir membros seletos para compartilhar conteúdos, cases inspiradores e promover conexões entre interessados em aliar inovação a melhores resultados

O objetivo é potencializar a atuação do empresariado para aumentar a competitividade em nível global. Focar em inovação aplicada é estar 100% alinhado a este objetivo, privilegiando Santa Catarina. 

*Evandro Eckile é empresário, diretor da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), membro da diretoria do Núcleo de Automação da Associação Comercial e Industrial de Joinville (ACIJ) e CEO da i3C, empresa de tecnologia sediada em Joinville.