i3C: Como transformar a proteção de dados em um diferencial de confiança para os seus clientes

Proteção de dados não é só obrigação legal, é uma decisão estratégica de negócio. No Dia Internacional da Proteção de Dados, vale reforçar: quando segurança, privacidade e conectividade trabalham juntas desde o desenho do projeto, a percepção de valor do seu cliente muda. 

E é nesse contexto que a i3C se diferencia: somos uma integradora inteligente, que une ideias, inovação, integração e consultoria para transformar segurança eletrônica e conectividade em confiança, previsibilidade e resultado.

Por que tratar proteção de dados como vantagem competitiva

  • Confiança acelera negócios. Em mercados B2B complexos, escolher parceiros que protegem dados por padrão reduz risco, acelera aprovações e encurta ciclos de decisão. A i3C atua com postura técnica, estratégica e consultiva, falando de solução e resultado com clareza.
  • Escalabilidade com menos fricção. Projetos desenhados com inteligência e visão de longo prazo evitam retrabalhos, incidentes e interrupções operacionais.
  • Diferencial real, não discurso. Nosso principal diferencial está na inteligência na arquitetura. Planejamos, implementamos e sustentamos sistemas com governança e segurança desde a origem.

O que muda quando a i3C entra no seu projeto

Integração inteligente significa projetar segurança eletrônica e redes já preparadas para requisitos de privacidade, rastreabilidade e conformidade. Do CFTV ao controle de acesso, do backbone de conectividade ao SOC, tudo isso pensando como um ecossistem.

  • Privacy by design em CFTV e controle de acesso
    Máscara de privacidade, perfis de acesso mínimos, segregação por função (RBAC) e logs de auditoria ativados por padrão. Isso reduz exposição e facilita auditoria e governança.
  • Governança de dados na borda e no core
    Segmentação de rede, criptografia em trânsito/repouso e políticas de retenção alinhadas ao negócio para reduzir exposição e custos operacionais. A entrega da i3C é planejada, integrada e otimizada para eficiência, segurança e escalabilidade.
  • Ciclo completo: do plano ao suporte contínuo
    A i3C atua de ponta a ponta: planeja, implementa e sustenta, com SLAs claros, monitoramento e acompanhamento contínuo, a conformidade deixa de ser um documento e passa a fazer parte da operação diária.

A Fórmula Inteligente i3C aplicada à proteção de dados

Nossa Fórmula Inteligente (Ideias + Inovação + Integração + Consultoria) coloca a proteção de dados no centro da arquitetura: da descoberta de riscos à operação contínua.

  1. Ideias
    Levantamos cenários, requisitos legais e riscos operacionais por unidade, processo e ativo crítico. Resultado: um plano que equilibra performance, custo e conformidade.
  2. Inovação
    Selecionamos tecnologias de segurança eletrônica e conectividade que potencializam privacidade e governança (como analíticos com anonimização).
  3. Integração
    Arquiteturas sob medida que reduzem superfícies de ataque e conectam eventos, acessos e logs de ponta a ponta.
  4. Consultoria
    Acompanhamento contínuo, indicadores claros e testes de resiliência. O cliente sabe o que foi feito, por que e como manter.

Checklist prático: 10 movimentos para transformar confiança em resultado

  1. Mapear dados por processo (vídeo, acesso, alarmes, IoT) e defina base legal e retenção.
  2. Classificar riscos por impacto/ probabilidade e priorize controles compensatórios.
  3. Implementar RBAC e MFA para operação, manutenção e parceiros.
  4. Criptografar dados em trânsito e repouso; isole gravações críticas.
  5. Aplicar privacy masking e políticas de retenção no VMS/ACS.
  6. Segmentar redes (OT/IT/Guest) com microsegmentação onde fizer sentido.
  7. Padronizar logs e auditoria integrados ao SOC/SEM do cliente.
  8. Testar resposta a incidentes com playbooks e exercícios trimestrais.
  9. Mensurar conformidade (KPIs/KRIs) ligados a metas de negócio.
  10. Treinar times e fornecedores — segurança é cultura contínua.
    Tudo apoiado pelos pilares i3C: Inteligência Estratégica, Inovação e Conectividade, Excelência Técnica, Relacionamento e Confiança, Visão de Longo Prazo.

Por que escolher a i3C para liderar essa agenda

  • Integradora inteligente com inteligência estratégica como atributo-chave do posicionamento.
  • Discurso único e foco em resultado: segurança e conectividade que transformam a operação do cliente.
  • Tom consultivo, execução precisa: orientamos com base em dados, entregamos com clareza e sustentamos no longo prazo.

Quer evoluir a proteção de dados da sua operação com consistência?

A i3C conduz workshops técnicos de diagnóstico, nos quais analisamos o cenário atual, identificamos riscos prioritários e estruturamos um plano de evolução realista, alinhado à operação e aos objetivos do negócio.

Fale com a i3C e avalie como fortalecer a proteção de dados da sua operação.

Redes Privativas vs. Wi-Fi: Escolhendo a Melhor Conectividade para Sua Necessidade

A conectividade é essencial para o funcionamento de negócios e serviços e entender as diferentes opções de redes é ainda mais.

As redes privativas, que operam exclusivamente para um determinado grupo de usuários, oferecem vantagens significativas em termos de segurança e desempenho em comparação com as redes Wi-Fi, que são mais acessíveis, mas frequentemente menos seguras. Neste texto, exploraremos as principais características que diferenciam as redes privativas LTE e 5G das redes Wi-Fi, além de discutir em quais situações cada uma é mais adequada.

O que são redes privativas?

Redes privativas são sistemas de telecomunicações que operam de forma exclusiva para um determinado grupo de usuários ou para uso próprio de uma organização. Elas se distinguem das redes públicas, que são abertas a qualquer usuário, oferecendo maior controle sobre o tráfego de dados, segurança e personalização de acordo com as necessidades específicas do usuário. Essas redes podem ser usadas para diversas aplicações, como comunicação de dados, sinais de vídeo e áudio, captação e transmissão de dados científicos, entre outros.

As redes privativas podem operar em diferentes tecnologias, como 4G e 5G, e são muito utilizadas em setores como óleo e gás, agronegócio, mineração, energia, indústria, e também em cidades inteligentes. Elas proporcionam maior segurança, mobilidade, robustez e, no caso do 5G, baixíssima latência e alta velocidade, rivalizando com a fibra óptica.

Qual a diferença entre uma rede privativa LTE e uma rede wifi?

A principal diferença entre uma rede privativa LTE (Long-Term Evolution) e uma rede Wi-Fi está na tecnologia subjacente, na cobertura, no desempenho e nos casos de uso. Abaixo estão alguns pontos-chave que diferenciam essas duas tecnologias:

1. Tecnologia e Frequência

Rede Privativa LTE: Utiliza tecnologia celular baseada em padrões de telecomunicações móveis, como 4G/LTE e 5G. Funciona em frequências licenciadas (espectro exclusivo) que são adquiridas através de leilões ou concessões por autoridades reguladoras, como a Anatel. As redes LTE podem operar em bandas específicas que garantem menos interferência e maior confiabilidade.

Wi-Fi: Utiliza a tecnologia IEEE 802.11, operando principalmente em bandas de frequência não licenciadas, como 2.4 GHz e 5 GHz. Por estar em frequências não licenciadas, está sujeita a maior interferência, especialmente em ambientes congestionados.

2. Cobertura e Alcance

Rede Privativa LTE: Oferece uma cobertura mais ampla e maior capacidade de mobilidade, podendo cobrir áreas extensas, como grandes fábricas, campos agrícolas, ou até cidades inteiras, com menos pontos de acesso (estações base) em comparação ao Wi-Fi. A rede LTE é ideal para locais onde a cobertura e a confiabilidade são críticas.

Wi-Fi: Normalmente tem alcance limitado, ideal para pequenos espaços como residências, escritórios ou áreas comerciais. A cobertura é restrita a áreas próximas aos roteadores e pontos de acesso.

3. Capacidade e Desempenho

Rede Privativa LTE: Oferece maior capacidade de usuários simultâneos e um desempenho mais estável em termos de latência e largura de banda. Suporta aplicações que exigem alta confiabilidade e baixa latência, como comunicações críticas e aplicações industriais.

Wi-Fi: Tem uma capacidade limitada de dispositivos conectados simultaneamente, o que pode resultar em congestionamento e perda de desempenho em ambientes com muitos dispositivos conectados. Wi-Fi é mais suscetível a interferências, o que pode afetar a qualidade da conexão.

4. Segurança

Rede Privativa LTE: Oferece níveis mais altos de segurança, com autenticação e criptografia integradas na infraestrutura de rede. A segurança é controlada pela organização que possui a rede, tornando-a adequada para operações críticas e sensíveis.

Wi-Fi: Embora as redes Wi-Fi também possam ser seguras com a implementação de padrões de segurança como WPA3, elas estão mais expostas a ataques devido ao uso de frequências públicas e à facilidade de acesso. A segurança pode ser mais difícil de gerenciar, especialmente em redes maiores e mais complexas.

5. Casos de Uso

Rede Privativa LTE: Ideal para empresas e indústrias que precisam de conectividade robusta e segura em larga escala, como fábricas inteligentes, minas, plataformas de petróleo, ou cidades inteligentes. O LTE também é usado em aplicações onde a mobilidade dos dispositivos é essencial.

Wi-Fi: Mais adequado para redes internas e em locais onde a facilidade de instalação e o custo baixo são prioritários, como em residências, escritórios e pequenos negócios. É comum em áreas onde não há necessidade de cobertura ampla ou alta mobilidade.

6. Custo

Rede Privativa LTE: Tipicamente, os custos de implementação e operação de uma rede LTE privativa são mais elevados devido à necessidade de licenciamento de espectro, equipamentos especializados e maior complexidade de infraestrutura.

Wi-Fi: Geralmente, é mais econômico de instalar e manter, com equipamentos de rede amplamente disponíveis e sem custos de licenciamento de espectro.

Portanto, a escolha entre uma rede privativa LTE e uma rede Wi-Fi depende dos requisitos específicos do caso de uso, como cobertura, mobilidade, segurança e desempenho.

Quais são os terminais que podem se conectar a uma rede privativa?


Os terminais que podem se conectar a uma rede privativa variam de acordo com a tecnologia e os requisitos da rede. Em uma rede privativa LTE ou 5G, os seguintes tipos de terminais podem ser conectados:

  1. Dispositivos Móveis: Smartphones, tablets, e outros dispositivos móveis que suportam as bandas de frequência e as tecnologias LTE ou 5G utilizadas na rede privativa.
  1. Dispositivos IoT (Internet das Coisas): Sensores, atuadores e outros dispositivos IoT que são frequentemente usados em aplicações industriais, agrícolas, de segurança, e em cidades inteligentes.
  1. Dispositivos de Realidade Aumentada/Virtual: Fones de ouvido e dispositivos AR/VR que podem se beneficiar da baixa latência e alta largura de banda oferecida por redes 5G privativas.
  1. Veículos Autônomos e Robôs Industriais: Em setores como a mineração e a indústria, veículos autônomos e robôs podem ser conectados a redes privativas para comunicação em tempo real e controle remoto segura.
  1. Equipamentos Industriais: Máquinas e sistemas de automação que utilizam a conectividade da rede privativa para monitoramento, controle, e manutenção preditiva.
  1. Terminais de Comunicação de Voz e Dados: Terminais específicos para comunicação interna, como rádios de segurança e dispositivos de comunicação corporativa.

Esses terminais devem ser compatíveis com as especificações técnicas da rede privativa, incluindo a frequência de operação e os protocolos de comunicação utilizados.

Quando usar uma rede privativa ao invés de uma rede Wifi?

A escolha de usar uma rede privativa em vez de uma rede Wi-Fi depende de várias considerações relacionadas às necessidades de cobertura, segurança, desempenho e confiabilidade. Abaixo estão algumas situações em que optar por uma rede privativa pode ser mais vantajoso do que usar uma rede Wi-Fi:

  1. Cobertura Ampla e Mobilidade

Ambientes com grande área de cobertura: Redes privativas LTE ou 5G são ideais para locais que exigem cobertura em grandes áreas, como fábricas, campos agrícolas, plataformas de petróleo, e cidades inteiras. Diferente do Wi-Fi, que tem um alcance mais limitado, as redes privativas oferecem conectividade estável e contínua em grandes distâncias, com menor necessidade de repetidores ou pontos de acesso adicionais.

Necessidade de mobilidade: Em ambientes onde dispositivos e usuários precisam se mover livremente, como em veículos autônomos ou grandes instalações industriais, uma rede privativa oferece melhor suporte para a mobilidade sem perder a conexão.

  1. Segurança e Controle

Requisitos de alta segurança: Em situações que exigem níveis elevados de segurança, como instalações governamentais, setores financeiros, saúde, ou infraestruturas críticas, redes privativas permitem maior controle sobre o tráfego de dados, autenticação e criptografia. Ao contrário do Wi-Fi, que opera em bandas não licenciadas e pode ser mais vulnerável a interferências e ataques, as redes privativas oferecem um ambiente mais seguro e gerenciado.

Controle completo sobre a rede: Em empresas onde é essencial ter controle total sobre a infraestrutura de rede, incluindo políticas de segurança e gerenciamento de dispositivos, uma rede privativa é preferível. Ela permite que a organização defina e aplique suas próprias regras de segurança e qualidade de serviço.

  1. Desempenho e Confiabilidade

Alta demanda por desempenho: Redes privativas são ideais para aplicações que exigem alta largura de banda, baixa latência e alta confiabilidade, como monitoramento em tempo real, automação industrial, transmissão de vídeo em alta definição, e controle remoto de máquinas. Em contrapartida, o Wi-Fi pode não oferecer a consistência necessária em termos de desempenho, especialmente em ambientes congestionados.

Ambientes críticos para a missão: Quando a continuidade do serviço é crítica, como em operações de segurança pública, saúde (telemedicina), ou ambientes industriais, as redes privativas garantem maior confiabilidade e menor tempo de inatividade, algo que nem sempre pode ser garantido com Wi-Fi.

  1. Escalabilidade e Capacidade

Grande número de dispositivos conectados: Em ambientes com muitos dispositivos conectados simultaneamente, como fábricas inteligentes ou cidades inteligentes, uma rede privativa pode gerenciar melhor a carga, evitando congestionamentos que são comuns em redes Wi-Fi, especialmente em áreas de alta densidade de dispositivos.

Suporte para dispositivos IoT: Redes privativas são melhor equipadas para suportar grandes redes de dispositivos IoT, especialmente quando há uma mistura de dispositivos de alta e baixa largura de banda, e quando é necessário garantir a conectividade em locais de difícil acesso.

  1. Regulamentação e Conformidade

Requisitos regulatórios: Em setores que exigem conformidade com regulamentações específicas sobre privacidade e segurança de dados, como o setor de saúde ou financeiro, as redes privativas podem ser configuradas para atender a essas normas de maneira mais eficaz do que redes Wi-Fi.

  1. Custo a Longo Prazo

Economia em operações críticas: Embora o custo inicial de implantação de uma rede privativa seja geralmente mais alto que o de uma rede Wi-Fi, o retorno sobre o investimento pode ser maior em operações que dependem de alta segurança, baixa latência, e confiabilidade. Isso é particularmente relevante em setores industriais, onde a falha na conectividade pode resultar em paradas de produção caras.

  1. Ambientes com Interferência Frequente

Ambientes com muita interferência: Em áreas onde há muita interferência de outras redes Wi-Fi ou dispositivos operando nas mesmas frequências, como grandes centros urbanos ou eventos de grande escala, as redes privativas podem oferecer uma solução mais estável e com menor interferência, devido ao uso de espectro licenciado.

Conclusão:

Em resumo, a escolha entre uma rede privativa e uma rede Wi-Fi deve ser baseada nas necessidades específicas de cada organização ou aplicação. Enquanto as redes Wi-Fi são ideais para ambientes que priorizam custo e facilidade de instalação, as redes privativas são indicadas em cenários que exigem alta segurança, cobertura ampla, mobilidade, desempenho e confiabilidade superiores, além de um ambiente controlado para atender a requisitos específicos de negócios e regulamentação. Ao considerar fatores como cobertura, segurança, desempenho e custo, é possível determinar a melhor opção de conectividade para garantir operações eficientes e seguras em qualquer setor.

Se você deseja saber mais sobre como a i3C pode ajudar sua empresa a escolher a melhor solução de conectividade, não hesite em entrar em contato conosco. Estamos prontos para conversar e encontrar a melhor solução para suas necessidades!

Rede sem fio: como a FGVTN eliminou os problemas com conectividade e se tornou mais produtiva e eficiente

FGVTN case de Wifi

De acordo com um relatório da IDC Brasil, publicado em 2020, o mercado de infraestrutura de rede sem fio no país teve um aumento significativo nos últimos anos, impulsionado pela demanda por Wi-Fi empresarial. 

As empresas têm adotado redes Wi-Fi para melhorar a conectividade interna e para garantir uma cobertura mais ampla e consistente em ambientes que demandam uma conexão estável.

Na FGVTN, indústria brasileira que produz ferragens e acessórios em aço para móveis, o sinal de Wi-Fi sofria muitas interferências. Não possuía a qualidade necessária, era instável e dificultava a realização do inventário do Centro de Distribuição de Itajaí (SC) de maneira precisa. “Por essa razão, tivemos de reestruturar a rede Wi-Fi. A i3C nos ajudou com todo o processo de estudo, as medições e o orçamento final”, conta o coordenador de TI, Ambrosio de Barros Filho.

O Centro de Distribuição da FGVTN é um ambiente amplo. Para o sinal do Wi-Fi funcionar no fundo do CD, os operadores puxavam extensões de cabo para levar o aparelho repetidor de sinal até onde precisavam. Conforme se movimentavam dentro do espaço, também mudavam o aparelho e o cabo de um lugar para o outro.

O Wi-Fi é uma ferramenta muito importante dentro do Centro de Distribuição”, reforça Barros Filho. É usado para enviar as informações, coletadas por leitores de códigos de barras, para o sistema ERP da empresa, onde é feito o controle da conferência e transferência de estoque, do inventário, mercadorias recebidas e despachadas. “Precisávamos de um mapeamento realmente bom e eficiente. Não queríamos soluções ineficazes”, acrescenta.

O uso de pessoas, processos e tecnologias para melhorar a conectividade da rede sem fio

A i3C fez primeiro um estudo e mapeou a área de cobertura do Wi-Fi. Com isso, pode dimensionar o equipamento mais adequado para performance industrial e a quantidade necessária de dispositivos a implementar para oferecer a cobertura de sinal em 100% da planta do Centro de Distribuição da FGVTN em Itajaí.

De acordo com Barros Filho, os equipamentos instalados para distribuição do sinal de Wi-Fi no CD eram, de fato, o maior problema. Além de substituí-los, a observação dos processos permitiu à i3C identificar os locais corretos para colocação dos access point, evitando áreas de sombra ou áreas sem cobertura. 

“Os cinco equipamentos que havia no Centro de Distribuição eram insuficientes para a cobertura do sinal Wi-Fi. A troca que realizamos desses equipamentos por outros, desenvolvidos realmente para uso em áreas de alta demanda, com melhor qualidade, maior alcance e estabilidade, permitiu ampliar a cobertura da rede sem fio, utilizando a mesma quantidade de dispositivos”, explica Sérgio Busarello, consultor da i3C.

O atendimento da i3C foi bem eficiente e esclarecedor”, destaca o coordenador de TI. A respeito do retorno sobre o investimento, Barros Filho conta que foi rapidamente notado. Não foram mais registradas quedas do sinal Wi-Fi e o índice de reclamação dos usuários diminuiu para quase zero. “Agora temos maior produtividade, maior efetividade e uma ótima relação de custo e benefício, que é muito bem aproveitada. Realmente, não temos como reclamar”, conclui.

Conexões industriais IOT devem crescer 107% ao ano até 2025, com ‘fábrica inteligente’

Um estudo da Juniper Research descobriu que o número global de conexões IoT Industriais aumentará de 17,7 bilhões em 2020 para 36,8 bilhões em 2025; representando uma taxa de crescimento geral de 107%. A pesquisa identificou a manufatura inteligente como um setor chave de crescimento do mercado de IoT Industrial nos próximos cinco anos; respondendo por 22 bilhões de conexões até 2025.

A nova pesquisa, IoT Industrial: Perspectivas do Mercado Futuro, Análise de Tecnologia e Principais Jogadores 2020-2025, previu que as redes 5G e LPWA (Low Power Wide Area) desempenharão papéis essenciais na criação de ofertas de serviços atraentes para a indústria de manufatura e permitindo a realização do conceito de ‘fábrica inteligente’, em que a transmissão de dados em tempo real e altas densidades de conexão permitir operações altamente autônomas para os fabricantes.

5G para maximizar os benefícios das fábricas inteligentes

O relatório identificou os serviços 5G privados como cruciais para maximizar o valor de uma fábrica inteligente para atender aos usuários, alavancando a tecnologia para permitir níveis superiores de autonomia entre as operações. Ele descobriu que as redes 5G privadas provarão ser mais valiosas quando usadas para a transmissão de grandes quantidades de dados em ambientes com alta densidade de conexões e onde níveis significativos de dados são gerados. Por sua vez, isso permitirá que os fabricantes em grande escala reduzam os gastos operacionais por meio de ganhos de eficiência.

Receita de software para dominar o valor de mercado da IoT industrial

A pesquisa prevê que mais de 80% do valor de mercado global da IoT Industrial será atribuível aos gastos com software até 2025; atingindo US $ 216 bilhões. Ferramentas de software que aproveitam o aprendizado de máquina para análise de dados aprimorada e a identificação de vulnerabilidades de rede agora são essenciais para operações de manufatura conectadas.

A autora da pesquisa, Scarlett Woodford, observou: ‘Os fabricantes devem ter cuidado ao implementar a tecnologia IoT; resistir à tentação de introduzir conectividade a todos os aspectos das operações. Em vez disso, os fabricantes devem se concentrar na coleta de dados nas áreas mais valiosas para impulsionar os ganhos de eficiência. ‘

A Juniper Research fornece pesquisa e serviços analíticos para o setor global de comunicações de alta tecnologia; fornecendo consultoria, relatórios de analistas e comentários do setor.

Fonte: Juniper Reserch/Reino Unido

Entrevista: Como a pandemia aumentou a urgência da transformação digital

entrevista transformação digital

“Acontece que não existe mais o que era antes”.

Enfático nesse alerta, o nosso CEO, Evandro Eckile, chama a atenção para a urgência da transformação digital no mundo corporativo pós-pandêmico.  Nesta entrevista, ele aponta que a tecnologia aplicada com inteligência, aliada a outros pilares, vai nortear indústrias e empresas em geral ao longo dos próximos cinco anos.

Para o CEO da I3C, não há dúvidas de que a tecnologia é uma aliada em todos os níveis da organização, mas as pessoas ainda estão no centro de todos os negócios.

“O que acontece é que as pessoas necessitam de processos digitalizados para aumentar a produtividade e fazer com que a empresa inteira se torne mais eficiente.”

Confira a entrevista completa:

Como você enxerga os desafios das corporações em um mundo impactado por uma mudança abrupta ocorrida pela disseminação de um vírus?

A disrupção foi a marca registrada de 2020. Em 2021, quem entendeu essa necessidade de fazer diferente está se saindo melhor que a concorrência e tendo menos impacto em seus resultados. Embora muitos líderes estejam acostumados com a mudança constante em suas empresas, a Covid-19 impactou o mundo de uma forma que ninguém poderia prever. As organizações mais ágeis, no entanto, conseguiram pivotar e criar estratégias para se adaptar aos novos tempos, enquanto outras, mais lentas, simplesmente ficaram à espera do retorno a como era antes. Acontece que não existe mais o que era antes.

Qual o papel da tecnologia na transformação das empresas?

Enquanto o mundo empresarial deve continuar respondendo à crise e explorando novas maneiras de impulsionar o crescimento, é necessário estar atento às oportunidades que vão levar seu negócio a se diferenciar do concorrente. Por si, a tecnologia não opera de forma independente. Ao contrário, faz parte de uma estratégia que deve estar solidificada na organização, que é a de manter o dinamismo para se adaptar rapidamente a novos cenários. Aliada a outros pilares, a tecnologia aplicada com inteligência vai nortear indústrias e empresas em geral ao longo dos próximos cinco anos.

Nesse sentido, a tecnologia substitui pessoas?

As pessoas ainda estão no centro de todos os negócios. O que acontece é que necessitam de processos digitalizados para aumentar a produtividade e fazer com que a empresa inteira se torne mais eficiente. A tecnologia é uma aliada em todos os níveis da organização. A transformação digital não acontece sem uma cultura organizacional que preze pelo papel dos colaboradores. Eles têm de saber que as ferramentas tecnológicas reforçam seu trabalho, como é verdade também o contrário, em um processo mútuo que dá agilidade à empresa, facilita os processos, torna mais seguro o ambiente e melhora a eficiência do negócio.

Quais as principais tendências hoje na transformação digital?

A gente fala muito em inteligência artificial (IA) e IoT (Internet of Things). Tem outro conceito, que vem se tornando mais conhecido, que é o da IoB, ou Internet do Comportamento, numa tradução livre do inglês. Ele diz respeito à maneira como as pessoas usam a internet e como os dados de consumo gerados ajudam a nutrir o usuário com serviços que podem lhe interessar. Se aplicarmos a IoT e a IoB à indústria, por exemplo, podemos identificar o período mais produtivo dos funcionários e lançar incentivos no momento de baixa produtividade para motivá-los, de acordo com um conjunto desejado de parâmetros operacionais. É só um exemplo, ainda incipiente, do uso da tecnologia em um ambiente corporativo. Acima de tudo, é claro, deve-se preservar a ética, a individualidade e a privacidade.

Entrevista: o diferencial da Prova de Conceito na entrega da I3C

Prova de conceito entrevista

Nesta entrevista, o nosso diretor de tecnologia, Maikon Ulrich, fala sobre um dos diferenciais da I3C: a inclusão da prova de conceito nos projetos apresentados aos clientes. Conhecida pela abreviação POC, do inglês Proof of Concept, a prova de conceito é a demonstração prática da possibilidade de validação de uma ideia. Inicialmente aplicada na área de TI, a estratégia tem se expandido aos negócios e sido adotada no ecossistema da transformação digital em entregas de alta performance. 

“Após a apresentação do conceito, nós realizamos o teste em ambiente controlado in loco, no cliente, com simulação real da solução”, explica. Os resultados são surpreendentes. Confira na entrevista:

1) Como se dá na prática essa abordagem da I3C com o cliente para a Prova de conceito?

A realização da prova de conceito tem como objetivo elucidar os principais pontos do projeto para poder comprovar a viabilidade dele. Além da experiência pelo lado do cliente de entender quais melhorias vão gerar, serve para identificar outros itens, como a possibilidade de realização de um FMEA*, que é entender quais impactos pode-se gerar no processo, quais as mudanças de operação que serão necessárias, para entender previamente quais pontos serão afetados durante o processo. Uma vez realizada, a POC permite identificar também outros pontos de melhoria, seja pelo nosso olhar ou o do próprio cliente: ele começa a enxergar a tecnologia ligada a outros processos, seja um passo antes ou depois, para melhorar ainda mais o projeto. Ou seja, a POC é extremamente eficaz para elucidar o projeto, avaliar mudanças e identificar os ganhos com a oportunidade.  

2) Teria algum exemplo de POC da qual você participou que tenha te surpreendido? Se sim, poderia contar um pouco?

Em um de nossos clientes, durante a realização da prova de conceito com RFID aplicado à logística, identificamos uma falha no carregamento do caminhão. Isso garantiu que todos os pacotes, de todos os clientes daquele pack, recebessem suas mercadorias dentro do prazo. Se a falha não fosse identificada, com certeza aquele lote não chegaria no tempo definido. Ou seja, durante uma prova de conceito conseguimos identificar um furo no processo do cliente e garantir que a meta dele fosse alcançada sem desvios. Obviamente já foi um grande indicativo dos resultados que nossa solução de RFID aplicada traria na próxima fase do projeto. 

3) Por que a I3C aposta em POC na sua relação com futuros clientes?

A prova de conceito serve para validar na prática com o cliente a solução que estamos oferecendo, afinal, por se tratar de uma entrega personalizada e inovadora, o cliente não conhece, nunca viu funcionando. Também permite que ele compreenda de fato como a tecnologia funciona, aí ele começa a “virar a chave”, a perceber onde mais pode implementar a transformação digital. Por fim, é uma garantia de entrega que gera segurança ao contrato. Na prova de conceito, nós validamos o projeto sob o aspecto tecnológico e permitimos ao cliente identificar, para fins de planejamento operacional, quais os impactos que sua implantação trará, seja numa arquitetura de infraestrutura física e ou lógica, na equipe de operação ou na integração de software, por exemplo. É uma etapa fundamental para que todos estejam cientes de por onde o projeto vai seguir, pois atuamos para que nossos clientes não tenham nenhuma surpresa desagradável ao longo do caminho. 

O Smart Pallet RFID, por exemplo, lançado pela i3C (confira matéria na INFOR CHANNEL) é uma das inovações que trouxemos no mercado para solucionar problemas recorrentes em clientes com contagem de estoque em altura.

4) Na sua opinião, porque a Prova de conceito é um diferencial no movimento de transformação digital?

A tecnologia evolui com rapidez e nem todo cliente, responsável em aprovar as oportunidades que oferecemos em nossos projetos, está atualizado nesse ecossistema, porque está focado prioritariamente na atividade-fim da sua empresa. Muitas empresas não têm um setor de inovação nem estratégia de olhar quais tecnologias as empresas do ramo estão adotando, quais tendem a ser adotadas para garantir seu diferencial competitivo no mercado. A prova de conceito faz jus ao nosso papel de gerar essa conexão, de contribuir para que o cliente acelere a transformação digital na sua empresa e alcance redução de custos aliado ao ganho de produtividade. 

5) Que resultados positivos a I3C tem alcançado com essa estratégia?

Quando você de fato “coloca a mão na massa” no ambiente do cliente, outros indicadores, outras situações que não estavam aparentemente visíveis no processo, começam a aparecer e isso faz com que o projeto possa ser ajustado antes mesmo da sua implementação. Mesmo sendo em um ambiente controlado, outros pontos surgem. Isso faz com que tenhamos ganho de tempo na implementação, porque muitos pontos que iriam aparecer somente após a instalação já aparecem antes, então, ajustes e melhorias já podem ser previstos antes mesmo de uma entrega oficial. Isso na nossa estratégia tem sido fundamental, tem sido um ponto muito favorável porque o cliente tem certeza daquilo que ele está adquirindo, dos ganhos de projeto que ele vai obter e nós conseguimos ser muito mais eficazes na entrega.

Quer continuar essa conversa com o Maikon Ulrich? Entre em contato com ele.



*FMEA: Refere-se a Failure Mode and Effect Analysis traduzido para Análise de Modos de Falha e seus Efeitos.

Preparando a infraestrutura de TI para a transformação digital do seu negócio

preparar a infraestrutura para a transformação digital

A conversa de hoje é um alerta a você, profissional de TI, que domina bem as informações e os dados técnicos sobre infraestrutura de TI, mas pode estar passando despercebido pela necessidade de preparar essa infraestrutura para receber a transformação digital que a sua empresa almeja.

É que sem mexer na infraestrutura como primeiro passo, a TI não consegue oferecer suporte à altura do que as empresas exigem atualmente. Afinal, são movidas pelo desafio triplo de fazer mais, com menos, e melhor.

Costumamos dizer que a infraestrutura de TI funciona como os alicerces de uma obra: não é o que fica à mostra quando tudo está pronto, mas é dela que se depende para garantir uma construção firme e segura. Portanto, nada de subestimar ou negligenciar atenção e investimentos!

“BMW não funciona com motor de fusca”

A transformação digital, já inevitável neste momento, passa por uma boa revisão da infraestrutura de TI. Isso porque é fundamental “preparar o terreno” à implantação de tecnologias e dispositivos da Indústria 4.0. Seguindo nas metáforas, uma BMW não alcançará sua potência rodando com um motor de fusca. (nada contra fuscas, a gente adora!)

“Muitas vezes, quando estamos na primeira visita a um cliente, percebemos certa frustração quando o situamos diante desta constatação. É como se eles vissem uma barreira na necessidade de mexer com as bases da TI, afinal, mudanças mais profundas geralmente soam caras. Mas, à medida que as conversas avançam, não se demora a perceber que uma atualização de infraestrutura bem feita é mais do que meio caminho andado”

conta Maikon Ulrich, nosso CTO da I3C.

Nada pode passar batido

Estamos falando de pensar em tudo — hardware, software e rede:

  • Hardware – inclui servidores, datacenters e suas instalações, computadores pessoais, roteadores, switches e outros dispositivos. Aqui entra também o GPON e os equipamentos Wi-Fi.
  • Software – como servidores web, sistemas de gerenciamento de conteúdo e o sistema operacional, que gerencia o hardware e os recursos do sistema além de conectar todos os recursos físicos e de software que executam tarefas; 
  • Rede, composta pela conexão com a Internet, ativação da rede, firewalls e segurança, além de hardwares como roteadores, switches e cabos. 

Ou seja, nada pode passar batido: é preciso considerar desde o nível mais material, como os data centers, até a gestão da informação e prestação de serviços aos colaboradores que usam os recursos de TI no dia-a-dia da empresa. 

Como preparar a Infraestrutura de TI para a transformação digital em 3 passos 

O primeiro passo para preparar a sua infraestrutura para a transformação digital é aplicar um olhar acurado e técnico sobre o que você tem, para identificar o que pode ser aproveitado. Além disso, dialogar com todos os setores para mapear quais necessidades não estão contempladas, sem perder de vista as pretensões de médio e longo prazo. Não esqueça: esse seu trabalho precisa contemplar o planejamento estratégico da empresa.

A segunda etapa é encontrar no mercado as soluções disponíveis para preparar e, indo além, acelerar a inovação na sua empresa. Neste quesito, nós da I3C, somos especialistas. Aproveite essa nossa dica importante: para esta etapa, não busque fornecedores que ofereçam produtos, de forma genérica. Encontre um parceiro que identifique as suas necessidades individuais, entenda o desafio e ofereça um serviço de consultoria capaz de buscar as tecnologias adequadas para viabilizar a transformação digital no contexto peculiar do seu negócio. 

É por isso que não vamos listar aqui soluções prontas para preparar a infraestrutura de TI do seu negócio à transformação digital. 

“Não adianta apresentar à diretoria um projeto ultra moderno, com performance além das necessidades atuais e daquelas projetadas a médio prazo. O valor ficará fora do escopo de investimentos do negócio e você terá infraestrutura ociosa na sua empresa. 

Do mesmo modo, não adianta aprovar um projeto de menor orçamento e daqui a um ano ir à sala da chefia solicitar novo aporte ao setor de TI ou, ainda, seguir recebendo cobranças de outros setores por mais infraestrutura logo após implementar um projeto de melhorias”

orienta Maikon.

Viu só? Então, anote aí: para a segunda etapa, consultoria!

A terceira etapa é desafiadora. Sabemos bem que não é fácil convencer os stakeholders da necessidade de investir em infraestrutura. Uma dica é apresentar os prejuízos ocasionados por hardwares, softwares e redes obsoletas, aquém das demandas de produtividade, eficiência, redução de custos e mais qualidade. 

Para esse processo de convencimento, conte com um parceiro de confiança. Nossos especialistas da I3C podem apresentar o ambiente de mercado e fazer uma defesa técnica bem embasada. Nesta fase, o foco é avaliar a melhor relação custo-benefício. E adiantamos: não duvide da nossa capacidade de argumentação 🙂

Com o ok, é hora de colocar a mão na massa e garantir que a sua empresa embarcou nessa jornada fantástica da transformação digital! Vamos começar?

Wi-Fi corporativo com sinal rápido e estável

problemas wifi corporativo

O assunto de hoje, duvido haver ainda quem não saiba o que é e não peça ou não procure assim que chega em um lugar. O Wi-Fi é sinônimo de acesso à internet sem fio, de conexão com o mundo virtual em poucos cliques. O problema é que a recorrência do tal sinal ruim ou fraco anda manchando a reputação dessa tecnologia. Mais grave: comprometendo a eficiência de quem oferece o Wi-Fi corporativo, sejam os setores de TI das empresas, sejam os gestores públicos ou os promotores de eventos. 

Mas ao contrário do que se pensa, o Wi-Fi para uso corporativo não é uma solução limitada. O que ocorre é que não basta o provedor de internet instalar roteadores e cadastrar a senha de acesso. Ou ainda, se a empresa cresceu, adicionar pontos de acesso e antenas de maior ganho. É preciso planejar a implementação dessa tecnologia e o seu gerenciamento. Essa ação requer um check-list. Vamos conferir?

Wi-fi corporativo precário prejudica a produtividade

Para analisar a relação custo-benefício, você precisa ter em mente que a produtividade do seu negócio é atingida toda vez que cai o sinal wireless, um ponto de acesso trava, as antenas começam a dar interferência ou uma área fica sem cobertura. Isso porque o Wi-Fi é suporte essencial às atividades diárias dos seus colaboradores e ao funcionamento adequado de dispositivos IoT. 

“Na Indústria 4.0, além da alta taxa de transferência de dados, a estabilidade é fundamental, pois eu preciso ter em tempo real as informações das minhas máquinas, dos meus dispositivos, para garantir assertividade. Preciso ter garantido que essa transmissão não vai falhar durante o processo de envio e recebimento de informações, que praticamente não para numa empresa”,

esclarece o nosso CEO da I3C, Evandro Rodrigues.

Sem contar o tempo que a equipe de TI despende para atender chamados com muita reclamação e quase nenhuma resolutividade.

“Os problemas acarretados por uma rede de Wi-Fi desatualizada são muitos: usuários insatisfeitos, falta de segurança, instabilidade e baixa taxa de transferência de dados. Tudo isso gera perda de tempo, latência na produção e prejudica a qualidade de comunicação na empresa”,

enumera Evandro. 

Diagnóstico e projeção com ferramenta de alta performance

Para tanto, não existe mágica. Existe diagnóstico e projeção. Primeiro, é preciso ir a campo, vistoriar o seu ambiente corporativo e mapeá-lo. Em seguida, é preciso fazer um levantamento das demandas operacionais. Por fim, não se pode deixar de levantar a estimativa de crescimento do negócio. 

Nossos especialistas vão identificar qual a real cobertura do sinal de radiofrequência, a real capacidade de transmissão de dados e quais os obstáculos atuais para que sua rede Wi-Fi funcione direito

Com a ferramenta Site Survey, será elaborado um mapa de cores, interpretado para fornecer informações sobre as áreas onde o sinal está ok, aquelas passíveis de interferências e, ainda, as áreas não alcançadas pela cobertura, chamadas “áreas de sombra”. Este mapa de cores, ou mapa de calor, vem acompanhado de mapas e plantas com a disposição física e lógica da rede.

Com todos esses passos, aliando adoção de ferramentas ao know-how, nossa equipe passa a ter visão completa do uso da rede Wi-Fi na sua empresa e projeta soluções que atendam a essa realidade específica. Mais uma vez, lançamos mão de um dos nossos maiores diferenciais: propor o que o seu negócio realmente precisa, buscando entre as ofertas disponíveis no mercado aquelas que atendem às suas necessidades únicas.  

“Fomos visitar uma grande indústria que queria ampliar a cobertura do seu Wi-Fi, porque os usuários estavam reclamando do sinal ruim, instável, fraco e lento. Quando realizamos o diagnóstico completo, identificamos que não era necessário aumentar a quantidade de equipamentos da rede e sim atualizar suas versões, além de ajustar e redirecionar os pontos de acesso para ajustá-los ao ambiente”

conta Evandro. 

Seis perguntas necessárias

Com o diagnóstico em mãos, nossos especialistas se debruçam sobre uma série de informações para apresentar o projeto de Wi-Fi ao seu negócio. Nós listamos a seguir para que você já vá pensando sobre elas aí na sua empresa:

  1. Quais informações serão trafegadas pela rede Wi-Fi
  2. Qual a área de cobertura desejada
  3. Qual a capacidade e qualidade do sinal disponível
  4. Quais os dispositivos conectados a essa rede Wi-Fi
  5. Quais os pontos de acesso necessários
  6. Quais as exigências de segurança no tráfego de informações

Tudo isso para lhe entregar o alcance de duas metas: velocidade e estabilidade no sistema Wi-Fi. Pois não há dúvida: um projeto de Wi-Fi corporativo profissional bem planejado e gerenciado certamente vai lhe garantir melhor cobertura, melhor taxa de transferência de dados, maior capacidade de rede, de roaming, além de melhor qualidade e capacidade de serviço (QoS) dentro do que o seu ambiente permite. Resultado: check nas metas, com sinal de internet rápida e estável alcançadas, colaboradores satisfeitos e produtividade a todo vapor!

Você quer isso na sua empresa pra quando? Vamos começar agora!

Ciser é uma das pioneiras em implantação de projeto GPON no Brasil

Case Ciser - Gpon

Com um terreno de 280 mil metros quadrados na Estrada Rio do Morro, sendo 90 mil metros quadrados de área construída e o desafio de fazer toda a infraestrutura de rede, a Ciser optou em inovar em parceria com a i3C.

A maior fabricante de fixadores da América Latina desafiou fornecedores a apresentarem projetos inovadores para a nova unidade fabril que estava sendo construída em Araquari (SC). Na época, nem todas as pessoas conheciam a rede GPON. Ainda assim, a i3C fez um projeto para a Ciser implementar essa rede na nova fábrica, em lugar do cabeamento estruturado.

“Foi a melhor escolha que nós fizemos”, antecipa o Analista de Suporte Senior da Ciser à época, Tiago Luiz Borba.

GPON é a sigla em inglês de Gigabit-capable Passive Optical Network – ou Rede Óptica Passiva com Capacidade de conexão em Gigabits, em português. De forma prática, é um recurso com mais tecnologia, mais robusto, mais rápido, que permite melhor gerenciamento e ainda está preparado para qualquer tecnologia do futuro. Sem contar que pode ser mais barato que o cabeamento estruturado.

Projeto GPON deixa a infraestrutura preparada para a indústria 4.0

A construção da nova fábrica da Ciser iniciou em 2015, quando falar de GPON era como falar de Inteligência Artificial hoje: nem todos entendem, quem conhece se entusiasma, mas poucos a vêem funcionando ainda. Assim, é preciso pessoas dispostas a considerar o novo para investir na proposta.

“Por que não? Seria o futuro, e nós tínhamos a chance de colocar, já que era uma construção do zero”, conta Tiago. Mais de cinco anos depois, a visão sobre optar por GPON se mantém. “Temos zero arrependimento, faríamos tudo de novo”, confirma o coordenador de infraestrutura e segurança da informação da Ciser desse período, Luis Fellipe Klock.

O atual Chief Information Officer (CIO) da gigante latinoamericana, Elvise Bresciani, lembra que com a construção da nova unidade fabril em Araquari foi preciso transferir todo o maquinário das outras três unidades em operação em Joinville com o mínimo downtime,  bem como instalar novos equipamentos que estavam chegando.

“Deveríamos entregar uma planta moderna, com infraestrutura preparada para indústria 4.0 e que garantisse todo planejamento de longo prazo. Fomos em busca de novas tecnologias e desafiamos fornecedores a apresentarem projetos inovadores”, recorda.

“Optamos pela inovação”, diz o CIO da Ciser

Em 2015, o GPON era novidade. Assim, a equipe de TI da Ciser se dedicou em conhecer quais eram os fornecedores e qual era a entrega de cada um para tomar a decisão sobre investir nessa tecnologia. 

“As propostas com uso de tecnologia GPON se destacaram, chamando atenção pela entrega como um todo. Apesar das dúvidas, por ser algo um tanto disruptivo para a Ciser e para o mercado naquele momento, optamos pela inovação”, diz o CIO, Elvise Bresciani.

Para validar a tecnologia, a equipe da Ciser e os especialistas da i3C fizeram uma visita ao laboratório do fabricante, determinante para garantir que a rede GPON atendia à demanda da fábrica de fixadores.

A i3C foi o parceiro escolhido para seguir no projeto, pois demonstrou ter a capacidade  e competência necessária para assumir o desafio junto com o time Ciser. As equipes atuaram sincronizadas, em entregas por etapas, seguindo o cronograma da obra. Foi um sucesso total”, destaca Bresciani.

Ciser quebra paradigmas com projeto GPON

A Ciser foi uma das pioneiras em projeto GPON no Brasil. A equipe de TI assumiu o desafio de implantar uma tecnologia promissora, apesar de pouco conhecida.

“Foi uma quebra de paradigma! Até então, todos tinham um ponto de rede na sua mesa. A proposta, agora, era diferente e mais complexa de entender. Mas essa percepção de complexo foi só até ver tudo funcionando”, afirma  Tiago Luiz Borba.

Hoje, a infraestrutura da Ciser está preparada para os avanços tecnológicos e habilitada para a Indústria 4.0. O GPON foi uma alternativa ao cabeamento estruturado convencional. Um dos benefícios que chamou a atenção foi justamente o alcance da infraestrutura por fibra. 

Pode-se passar a fibra óptica do equipamento concentrador, que fica no datacenter, a uma distância de até 20 km. O alcance máximo de um cabo de rede é de até 100 metros, o que exige a conexão com novos racks, mais interligações e causa desperdício de infraestrutura. 

“Não vejo, hoje, a fábrica com 30 racks de TI, por exemplo. Para o nosso ambiente, com certeza, foi a melhor decisão, e isso é unanimidade aqui na Ciser.  Até porque estamos resguardados. Daqui a 10 anos podemos trocar a rede toda para 10Gb ou 20Gb que a infraestrutura está pronta. E no caso de aumentar mais a distância do datacenter, também estamos com a estrutura pronta”, avalia Borba.

Rede mais veloz elimina reclamações de usuários

Esse é um dos maiores ganhos do projeto GPON: ter uma infraestrutura à prova de futuro. Outro benefício é quanto à velocidade da rede, que foi o maior ganho da equipe de engenharia.

“A maior reclamação que tínhamos vinha da área de engenharia, em Joinville. Reclamavam que a rede estava lenta e da demora para baixar os desenhos. Na fábrica de Araquari instalamos um link de dados cinco vezes menor em relação à fábrica de Joinville. Desde a mudança, não tivemos mais reclamações da engenharia”, conta Tiago Luiz Borba. 

Ao perceber que as pessoas conseguiam trabalhar melhor com GPON, a equipe de TI entendeu que o problema não era link, e sim a infraestrutura. “O cabeamento antigo e defasado fazia com que as coisas não acontecessem conforme o esperado. Vemos, no dia a dia, a diferença com alguns softwares que são usados em ambas as unidades. É notável a melhora de velocidade e a única explicação é a infraestrutura GPON”, analisa.

Como a Ciser reduziu a infraestrutura de rede com GPON

O fato de o GPON ter até 20 km de alcance, sem precisar de nenhum switch no caminho permitiu à Ciser ter uma infraestrutura enxuta, com menos itens envolvidos.

A fibra óptica para transmissão de dados atende a oito usuários ou oito dispositivos de rede. É diferente do cabeamento estruturado metálico que exige um cabo de rede para cada usuário ou dispositivo.

“Já precisamos colocar mais um ponto na fábrica, com distância de 300 metros, e não precisou de mais um switch, mais um rack, mais um conector para chegar um ponto de telefone ou uma impressora. Então, sim, eu vou ter um custo para ter aquele ponto lá, mas é um custo único. Diferente de ter que manter um rack, de ter que trocar um switch,” compara Tiago Luiz Barbosa.

Com GPON, acabaram também os problemas com as tomadas de rede oxidadas, com falhas  por ter contato com água, e com pino de cabo de rede quebrado, cabo mal conectado. “O número de chamados da fábrica de Araquari com GPON, comparado ao da unidade de Joinville, com cabeamento estruturado, é, com certeza, bem menor. E quando tem, é mais fácil de identificar”, revela.

Custo do projeto com GPON é 30% menor

A Ciser é referência para muitos projetos de GPON propostos às indústrias pela i3C. “Ficamos satisfeitos com o resultado do projeto e, como sempre, trabalhamos para garantir que o projeto atendesse as necessidades do cliente. O melhor dessa entrega tem sido ouvir o quanto eles indicam e confiam no nosso trabalho”, celebra o CTO da empresa, Maikon Ulrich.
A Ciser economizou 30% do investimento previsto no projeto. “Conseguimos inovar, cumprimos todos os prazos e disponibilizamos uma infraestrutura muito flexível, de fácil gestão, performática e clean. É algo que até hoje nos surpreende frente aos benefícios.  A tecnologia GPON e a parceira i3C foram escolhas assertivas”, frisa o CIO, Elvise Bresciani. “Temos 100% de confiança na i3C. Indicamos com os olhos fechados”, conclui Luis Fellipe Klock.