Segurança industrial integrada na prática: como estruturar controle de acesso e videomonitoramento em ambientes corporativos complexos.

Conheça como uma multinacional do setor químico estruturou uma arquitetura integrada de segurança para proteger um centro de inovação com mais de 50 mil m².

Empresas industriais que operam centros de pesquisa, laboratórios e ambientes corporativos complexos enfrentam um desafio crescente: garantir segurança física, controle de acesso e monitoramento contínuo sem comprometer a fluidez da operação.

Esse foi o contexto de um projeto desenvolvido pela i3C para o centro de inovação de uma multinacional alemã líder em tecnologias de adesão e marcas globais de bens de consumo, localizado em Jundiaí (SP).

O ambiente reúne atividades de pesquisa, desenvolvimento e operação corporativa e exigia uma infraestrutura capaz de garantir segurança integrada, controle de circulação e visibilidade operacional em grande escala.

Para atender a esse cenário, foi implantada uma infraestrutura completa de videomonitoramento e controle de acesso, integrando tecnologias líderes de mercado e criando um ambiente seguro, escalável e preparado para a evolução das operações.

O desafio: segurança em ambientes corporativos e laboratoriais

Centros de inovação industrial concentram diferentes tipos de ambientes dentro de um mesmo complexo, como:

  • laboratórios de pesquisa
  • áreas administrativas
  • espaços de circulação de colaboradores
  • áreas de acesso restrito

Esse tipo de infraestrutura exige um nível elevado de controle operacional.

Entre os principais desafios estavam:

  • garantir controle rigoroso de acesso às áreas críticas
  • manter monitoramento contínuo dos ambientes
  • integrar diferentes sistemas de segurança
  • centralizar a gestão de eventos e acessos

Além disso, a solução precisava manter a fluidez do ambiente corporativo, evitando barreiras operacionais para colaboradores, visitantes e equipes técnicas.

A solução: arquitetura integrada de segurança

Para atender essas necessidades, a i3C projetou e implementou uma arquitetura integrada de segurança, combinando videomonitoramento e controle de acesso em uma única plataforma.

A solução foi estruturada em três pilares principais.

Videomonitoramento inteligente

A implantação incluiu um sistema de monitoramento com câmeras Axis instaladas em pontos estratégicos do complexo, garantindo cobertura das áreas críticas e monitoramento contínuo da operação.

Esse tipo de infraestrutura permite:

  • maior visibilidade operacional
  • registro de eventos
  • suporte a auditorias e investigações
  • monitoramento em tempo real

Controle de acesso corporativo

O projeto também contemplou uma estrutura completa de controle de circulação de pessoas e veículos.

Foram instalados:

  • 7 catracas de acesso de pessoas
  • 6 cancelas de acesso veicular
  • 22 pontos de controle de acesso com biometria

Essa estrutura permite gerenciar o acesso a diferentes ambientes e níveis de segurança, garantindo proteção sem comprometer a experiência de circulação dentro do complexo.

Plataforma unificada de gestão de segurança

Todos os sistemas foram integrados à plataforma Genetec, uma das soluções mais avançadas do mercado para gestão de segurança corporativa.

A plataforma permite:

  • integrar videomonitoramento e controle de acesso
  • centralizar a gestão de eventos de segurança
  • registrar atividades e acessos
  • expandir a infraestrutura com novos recursos no futuro

O projeto incluiu também configuração completa da solução e treinamento dos usuários responsáveis pela operação do sistema.

Projeto em números

A infraestrutura implantada protege uma área de aproximadamente:

50 mil m²

com grande circulação diária de pessoas e veículos.

A solução contempla:

  • 92 câmeras de videomonitoramento
  • 6 cancelas de acesso veicular
  • 7 catracas de acesso de pessoas
  • 22 pontos de controle de acesso com biometria

O ambiente atende cerca de:

  • 1.200 pessoas
  • 900 veículos nos estacionamentos internos

Essa estrutura garante monitoramento e controle integrado em escritórios, estacionamentos, áreas técnicas e acessos ao complexo.

Tecnologias utilizadas no projeto

A arquitetura implementada utiliza tecnologias reconhecidas globalmente no mercado de segurança corporativa.

Genetec

Plataforma de gestão de segurança que integra diferentes sistemas em uma única interface operacional.

Entre suas funcionalidades estão:

  • gestão de videomonitoramento
  • controle de acesso
  • monitoramento de eventos
  • centralização das informações de segurança

Axis Communications

Fabricante global de equipamentos de videomonitoramento reconhecido por:

  • alta qualidade de imagem
  • análise inteligente de vídeo
  • recursos avançados de segurança cibernética

A combinação dessas tecnologias garante confiabilidade, escalabilidade e evolução da infraestrutura ao longo do tempo.

Resultados para a operação

Com a implantação da solução, o centro de inovação passou a contar com uma infraestrutura de segurança capaz de oferecer:

controle estruturado de acessos
monitoramento contínuo das áreas estratégicas
integração entre vídeo e controle de acesso
gestão centralizada dos eventos de segurança
maior visibilidade operacional

Além disso, a solução foi projetada para permitir evolução futura da infraestrutura, com integração de novos recursos e funcionalidades da plataforma de segurança.

Segurança inteligente para ambientes industriais

Projetos de segurança corporativa em ambientes industriais exigem mais do que instalação de equipamentos.

Eles envolvem:

  • planejamento de arquitetura tecnológica
  • integração entre diferentes sistemas
  • execução técnica especializada

A i3C atua apoiando empresas industriais na implantação de infraestruturas integradas de segurança, conectividade e tecnologia, contribuindo para ambientes mais seguros, eficientes e preparados para a evolução das operações.

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Ambientes industriais exigem soluções bem estruturadas que integrem videomonitoramento, controle de acesso e gestão centralizada de eventos.

A i3C apoia empresas na avaliação e implantação de arquiteturas tecnológicas seguras para ambientes industriais e corporativos.

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2026 com i3C – como transformar planos em uma operação previsível

Janeiro chega e, com ele, a expectativa pelo “start” dos projetos, convenções de vendas, metas e orçamentos já aprovados para 2026. O problema é conhecido: sistemas e processos desalinhados entre unidades; kick-offs lentos por falta de critérios de prontidão e papéis claros; baixa visibilidade operacional que empurra decisões para o modo reativo; e pressão contínua sobre Operações e Comercial para manter nível de serviço.

Em ambientes críticos, boa vontade não segura SLA. Arquitetura, integração, monitoramento e governança sim.

Metas e planos só viram realidade quando existe arquitetura padronizada, integração entre sistemas, monitoramento 24×7 e governança clara. A i3C entrega esse “como” para que o arranque seja previsível e a experiência do cliente melhore.

O que viabiliza um início de projeto robusto em 2026

1) Arquitetura & Integração

A base é um blueprint em camadas (conectividade, segurança eletrônica, gestão/telemetria), com padrões técnicos e modelos de site para replicação rápida. Esse desenho prioriza inteligência na arquitetura, documentada e “hardened” desde o dia zero,  diferencial que evita surpresas na operação e dá previsibilidade para as equipes de Planejamento e Comercial. 

Em termos de posicionamento, é aqui que a i3C atua como integradora inteligente, unindo ideias, inovação, integração e consultoria.

O Impacto direto é: produtividade de campo (menos retrabalho), redução de tempo de ativação por site, base técnica padronizada para escalar. Isso conversa com um tom de atuação profissional, estratégico e consultivo, que privilegia clareza e resultado.

2) Kick-off com Método

Projetos multiunidade pedem ondas de implantação, Matriz RACI explícita, janelas de mudança, critérios de prontidão e de aceite por site, além de plano de reversão testado. A i3C trabalha com consultoria + execução como um fluxo único: planejar, implementar e sustentar para garantir desempenho e confiabilidade no longo prazo.

Impacto direto: times sabem quem faz o quê e quando, PMO ganha previsibilidade, Comercial pode prometer com segurança, e o go-live deixa de ser um “evento” para virar um processo controlado. Esse é o movimento de sair do discurso genérico de “bom parceiro” para uma postura especialista e estratégica.

3) Monitoramento & Governança

Sem operação observável, não há gestão. Combinar NOC/SOC 24×7, SLAs e playbooks de incidentes com dashboards executivos (disponibilidade, MTTR, alarmes críticos, backlog técnico) dá aos comitês (QBR/MOR) insumos objetivos para priorizar melhorias e orçamentos. 

É na sustentação que a “Fórmula Inteligente” prova valor: tecnologia + método + telemetria + governança.

Impacto direto: decisões deixam de ser reativas, MTTR cai, backlog técnico fica visível e priorizado, e o nível de serviço sustenta o que a área comercial promete: inteligência estratégica aplicada ao ciclo inteiro.

Por que isso importa agora para Operações, TI/OT, Segurança, Facilities e PMO

Os stakeholders de grandes empresas — do público técnico à diretoria — buscam confiabilidade, escalabilidade e eficiência. A visão consultiva da i3C atende exatamente a essa expectativa: entender o cenário, adaptar a solução e acompanhar continuamente a performance, com padrões e métricas.

Para áreas Comerciais e CS, a consequência é direta: previsibilidade de serviço. Quando a base técnica e a governança estão maduras, as propostas deixam de depender de exceções e a execução acompanha o que está no papel “não prometemos tudo; entregamos o que importa”.

Como a i3C conecta tudo isso

A i3C não vende apenas tecnologia; entrega inteligência estratégica para transformar segurança eletrônica e conectividade em diferenciais competitivos, do desenho à sustentação, com arquitetura padronizada, integração orquestrada e monitoramento 24×7. É um modo de operar que reduz risco de implantação e estabiliza o serviço, o que mantém metas vivas depois da convenção de vendas.


Fale com nossos especialistas e transforme metas em operação: integração padronizada, governança clara e sustentação contínua. 

Agende uma conversa técnica com a i3C e leve para o seu kick-off um plano objetivo de arquitetura, monitoramento e governança — pronto para entrar em produção.

Dados de segurança: estratégia na prática

Empresas que tratam dados de segurança com foco em estratégia conseguem transformar vídeo, controle de acesso e IoT em inteligência aplicada. O resultado é uma operação mais produtiva, com menos risco e decisões melhores, conectando segurança ao negócio desde o planejamento até a solução.

Durante anos, a área de Segurança Digital foi vista principalmente como barreira de proteção e resposta a incidentes. O investimento em câmeras, sensores e controle de acesso cresceu, mas a maior parte dos dados coletados ainda permanece subutilizada, desconectada da rotina de Facilities, Operações, Patrimonial e SST. Quando mudamos o foco de “ver” para entender, integrando segurança eletrônica e conectividade a processos de gestão, esses mesmos dados passam a orientar decisões, reduzir riscos e elevar a produtividade.

Este artigo sintetiza os principais pontos do nosso webinar “Do monitoramento à gestão: como transformar dados de segurança em decisões estratégicas”, com caminhos práticos para transformar seu sistema de segurança em uma fonte contínua de inteligência de negócio.

Descubra como transformar sua infraestrutura de segurança em um ativo de inteligência — leia o artigo completo e veja o webinar:
i3C Online | Do monitoramento a Gestão: Como Transformar Dados de Segurança em Decisões Estratégicas

Da vigilância à gestão: a virada de chave

Monitorar é registrar eventos; gerir é transformar eventos em informação priorizada, contextualizada e acionável. A mudança acontece quando relacionamos fontes de monitoramento, como vídeo, controle de acesso e sensores IoT, em uma plataforma que unifica a visualização e a análise, aplicando regras de negócio e playbooks de resposta. Em vez de reagir a alarmes isolados, passamos a enxergar padrões, tendências e desvios que impactam produtividade, segurança e compliance.

Essa leitura sistêmica desloca a Segurança da posição de centro de custo para a de alavanca operacional, com KPIs que conversam com a diretoria.

Como a arquitetura habilita a inteligência

A jornada começa na camada de captura (câmeras com analytics, controladores e sensores), se apoia em uma conectividade estável e segura, e ganha potência na plataforma que unifica tudo em um único painel de controle. É ali que as regras são aplicadas, os alertas são priorizados e as ocorrências viram tickets, evidências e relatórios. 

Por fim, a camada de processos conecta essa inteligência a rotinas e sistemas corporativos (como EHS, ERP e ferramentas de atendimento), garantindo que cada evento relevante gere uma ação concreta e que cada ação fique registrada para auditoria e melhoria contínua.

Quatro aplicações práticas que geram valor real

1) Produtividade em áreas críticas. Ao combinar analytics de vídeo com dados de acesso, é possível medir tempos de ciclo, filas e ociosidade de equipamentos. Essa visão permite acionar intervenções de forma precisa, reduzir gargalos e priorizar recursos onde o impacto é maior.

2) Redução de riscos operacionais. Regras visuais de segurança do trabalho: uso de EPI, permanência em zonas restritas, sentido de fluxo etc; disparam notificações automáticas aos responsáveis e registram evidências. O resultado é prevenção baseada em comportamento, não só reação a incidentes.

3) Gestão de terceiros e compliance. Integrar cadastro, agendamento e validação visual de visitantes e fornecedores traz rastreabilidade ponta a ponta: quem entrou, quando, por onde e com qual autorização. Auditorias ficam mais rápidas e confiáveis.

4) Eficiência energética e manutenção. Sensores correlacionados a presença e turnos evitam desperdícios com iluminação e HVAC. A manutenção deixa de ser apenas calendárica e passa a considerar uso real, disparando chamados preditivos antes que uma falha comprometa a operação.

O que medir para provar valor e ganhar escala

Ao falar com o board, números importam. Alguns indicadores costumam demonstrar o ROI de forma clara:

  • MTTR (tempo médio de resposta) a incidentes priorizados;
  • Queda de falsos alarmes e redução de deslocamentos;
  • Aumento de throughput em processos com fila/espera;
  • Horas poupadas em auditorias e investigações;
  • % de conformidade com regras operacionais (EPI, rotas, zonas).

Mais do que um scorecard, esses KPIs alimentam a própria melhoria do sistema, orientando ajustes finos nas regras e playbooks.

Onde aplicar primeiro

Organizações costumam capturar ganhos rápidos em frentes como Facilities (ocupação real de espaços, planejamento de limpeza por demanda, controle de energia), Operações (tempos de ciclo, filas, liberação de gargalos), Patrimonial (perímetro inteligente com verificação visual, investigação ágil) e SST (telemetria de risco, evidências automáticas e prevenção comportamental). Em todas elas, a integração entre segurança e conectividade cria um “fio condutor” para que dados circulem e gerem ação sem fricção.

Como a i3C acelera a jornada

Na i3C, unimos segurança eletrônica e conectividade com uma abordagem consultiva, orientada a processos e resultados. Nosso papel é desenhar arquitetura, integrar tecnologias e sustentar o ambiente no dia a dia, para que seus dados de segurança virem inteligência aplicada desde o primeiro projeto. Isso significa sair do discurso e entrar na operação: monitoramento que prioriza, gestão que aprende e um ecossistema que evolui com o seu negócio.

Vaga: SDR

Procuramos por um profissional orientado para resultados e que ama gerar novos negócios!

Estamos com vagas abertas de SDR para trabalhar junto ao nosso time comercial.
Será responsável por atuar diretamente na identificação, prospecção e qualificação de potenciais clientes, com o objetivo de gerar oportunidades para os nossos executivos de vendas.

Acha que esta vaga combina com você?
Venha se tornar um iC!!!

Principais atividades:

  • Gerar listas de prospecção utilizando estratégias de inteligência comercial através de plataformas de inteligência comercial;
  • Identificar via contato telefônico, e-mail ou redes sociais, os tomadores de decisão das empresas para apresentação do produto/serviço;
  • Aprimoramento e captação de informações comerciais;
  • Mapear oportunidades de venda e realizar a oferta dos nossos produtos/serviços;
  • Agendar reunião para fechamento da venda entre o potencial cliente e nossos executivos de venda;
  • Qualificar e desenvolver os leads gerados por nossas estratégias de marketing;
  • Atualizar as informações no CRM e softwares de sales engagement com pontos relevantes sobre as oportunidades identificadas;
  • Trabalhar o social selling e aprofundar relacionamento com os leads por meio de canais sociais;
  • Compartilhar conhecimento sobre o comportamento dos prospects com as áreas de vendas e marketing;
  • Participar de melhorias dos processos de prospecção;
  • Participar na identificação de novos canais de prospecção.

Requisitos:

  • Ensino médio completo, cursando técnico ou superior em Gestão Comercial, Negócios, Tecnologia ou áreas afins;

-Possuir inteligência emocional e empatia para vendas, conseguindo conectar as necessidades do cliente aos benefícios dos nossos produtos;

  • Ótimo relacionamento interpessoal, via telefone e escrita;
  • Possuir um bom planejamento, forte orientação processual (ser capaz de seguir os processos desenvolvidos) e senso de organização;
  • Ser pró-ativo em busca de conhecimento e resultados;
  • Perfil analítico para identificar oportunidades de novos negócios;
  • Perfil dinâmico e com foco em resultados;
  • Conhecimento intermediário de pacote office, principalmente Excel

i3C é destaque em evento nacional de PPCP

A i3C foi uma das patrocinadoras oficiais do 3º Congresso Brasileiro de PPCP & Gestão Industrial, que reuniu mais de 350 profissionais da área, vindos das regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, entre os dias 17 e 18 de agosto, no Inovaparq, em Joinville (SC).

“Acreditamos que iniciativas como essa desempenham um papel crucial em conectar teoria e prática, possibilitando que a indústria abrace o potencial da transformação digital de maneira eficaz e eficiente”, destacou o CEO da i3C, Evandro Eckile.

No estande da empresa, participantes tiveram a oportunidade de conhecer na prática soluções já implementadas pela i3C, como a bem-sucedida rastreabilidade por RFID, aplicável à matéria-prima, a peças e a produtos acabados, e sistemas eficientes de controle e monitoramento em tempo real por IoT (Internet das Coisas), com dashboards exclusivos.

“O RFID não apenas aumenta a eficiência, mas também traz uma camada adicional de transparência e confiabilidade aos processos. Já a solução de IoT, que fornece insights em tempo real sobre o desempenho da produção, está elevando os padrões de eficiência e agilidade na indústria”, destaca a engenheira de produção Roseméri Rosa, diretora da i3C.

A i3C também esteve entre as protagonistas da sessão Pergunte aos Especialistas, com o engenheiro Leonardo Kaimen esclarecendo como as soluções tecnológicas já impactam a rotina produtiva de diversas indústrias no Brasil. “O congresso nos proporcionou um ambiente propício para essa colaboração, nossa meta é continuar construindo um futuro onde a tecnologia e a inovação se unam para impulsionar o crescimento dos negócios”, destaca o diretor.

Kaimen foi um dos ministrantes do minicurso “PPCP de Alta Performance: tecnologias que já solucionam os desafios do setor”, oferecido pela i3C durante o congresso, com vagas esgotadas.

CEO da i3C abordará estratégias de Cibersegurança para a indústria

Com o aumento da conectividade nas linhas de produção e a digitalização dos processos industriais, a segurança cibernética tornou-se uma prioridade para as empresas protegerem os seus ativos, a produção e garantir a continuidade das operações.

Em 2022, o Brasil sofreu 103,16 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, um aumento de 16% em relação a 2021, segundo o laboratório FortiGuard da Fortinet. Dentro desse universo, são inúmeras as ameaças e vulnerabilidades capazes de parar uma operação fabril.

Para ajudar profissionais e líderes da indústria neste desafio de prevenção e proteção, no próximo dia 19/07, será realizado o evento “Cyber Talks”, que trará insights valiosos sobre as melhores práticas, estratégias de defesa cibernética e as soluções avançadas de cibersegurança para todo o ambiente conectado das linhas de produção fabril.

O evento é uma iniciativa de três das maiores parceiras da indústria brasileira na transformação digital e reunirá: Eduardo Dalpiaz, diretor de Negócios da Sigma e especialista em soluções avançadas de cibersegurança; Serafim Ivo de Faria, gestor de Negócios de Segurança de Sistemas OT na Fortinet, e Evandro Eclike, CEO e cofundador da i3C, especialista em IIoT, Indústria 4.0 e cibersegurança.

“A i3C está comprometida em fornecer soluções inovadoras e seguras para o setor e esse evento é uma oportunidade única para compartilhar conhecimentos e impulsionar a segurança cibernética na indústria”,

afirmou Evandro.

O Cyber Talks é gratuito e as empresas e profissionais que estiverem interessados em participar, podem solicitar o convite aqui.

Serviço:
Cyber Talks
Data: 19 de julho, quarta-feira – às 18h
Local: Bourbon Joinville Convention Hotel – Joinville (SC)
Endereço: Rua Visconde de Taunay, 275 – Centro de Joinville
Inscrições: https://bit.ly/CyberTalksJoinville

i3C apoia empreendedorismo jovem no Concej 2023

A i3C, ciente da importância de apoiar o empreendedorismo jovem, foi uma das principais patrocinadoras do Concej 2023, maior evento de empreendedorismo jovem do estado promovido pela FEJESC (Federação das Empresas Juniores de Santa Catarina). O evento reuniu mais de 500 jovens empresários universitários, entre os dias 30 de junho e 2 de julho, no Ágora Tech Park, em Joinville (SC). 

A programação contou com uma série de capacitações por meio de palestras, workshops e dinâmicas, sobre temas relacionados à inovação e ao empreendedorismo. As profissionais da i3C, Roseméri Rosa e Luana Lenzi, formaram o time de convidadas.

A engenheira Roseméri Rosa, COO da i3C, trouxe sua expertise e compartilhou estratégias para ajudar os participantes a se tornarem protagonistas dentro das Empresas Júnior, com o tema Liderança Informal.

“Esses jovens empreendedores que integram empresas júnior saem na frente, com uma vantagem competitiva notável, pela mentalidade empreendedora, habilidades versáteis desenvolvidas na prática, capacidade de trabalho em equipe. Além disso, eles já sabem onde querem chegar”, destacou.

Já a engenheira Luana Lenzi, abordou a importância da inovação e do pensamento criativo no mundo dos negócios, falando sobre A Arte de Vender.

O CEO, Evandro Eckile, conduziu o Prêmio “Onde a loucura te leva?”, promovido pelo evento para reconhecer empresas júnior que se destacaram no empreendedorismo jovem. A cerimônia contou com a presença do Secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Joinville, Fernando Bade. 

A iniciativa da i3C teve como objetivo principal fortalecer e valorizar o empreendedorismo entre os jovens, além de criar oportunidades para a captação de talentos e estabelecer parcerias estratégicas.

Estágios

Como parte de seu compromisso com o desenvolvimento de talentos, a i3C disponibilizou vagas para jovens empreendedores durante o evento, oferecendo oportunidades valiosas para esses estudantes ingressarem no mercado de trabalho de forma mais rápida e efetiva. “A empresa acredita no potencial dos participantes do Concej 2023 e está ansiosa para contribuir com sua expertise e recursos para impulsionar suas trajetórias profissionais”, destaca Janaína Cani, gestora de RH da empresa.

“A i3C reconhece a importância de parcerias estratégicas para o crescimento e sucesso do ecossistema empreendedor, e vê no Concej 2023 uma oportunidade única para fortalecer esses laços e impulsionar o empreendedorismo jovem, destaca Evandro Eckile, CEO da i3C. 

“Nós, da i3C, acreditamos no poder do empreendedorismo jovem e no impacto que ele pode ter na sociedade e no mercado”, completou.

Empresa catarinense i3C fornece solução com tecnologia RFID para gestão de controle de estoques da State Grid Brazil

Case Stategrid - Gestão de Ativos com RFID

A i3C fechou uma parceria com a State Grid Brazil Holding (SGBH) para aplicar a tecnologia RFID na gestão de ativos em 70 localidades da holding no Brasil, incluindo 54 subestações que opera mais de 16 mil quilômetros de linhas de transmissão de energia, passando por 13 estados no país. A solução tornará o controle de estoque mais efetivo, ao ser aplicada em componentes de equipamentos elétricos, como transformadores, disjuntores, para-raios, entre outros.

“O RFID traz avanços importantes na performance de uma empresa. Dados e informações de ativos passam a ser captados e transmitidos de modo digital, prontos para serem integrados às plataformas virtuais e também em softwares de gestão empresarial, o que resulta em indicadores muito mais precisos, detalhados e em tempo real”, explica Maikon Ulrich, CTO da i3C.

Projeto inovador para gestão de ativos

O setor de energia requer inovação para implementar a tecnologia RFID devido à sua natureza altamente especializada: exige a aplicação das etiquetas inteligentes dessa solução em materiais metálicos e de ambientes externos. Normalmente o uso se dá em produtos e embalagens convencionais, e em ambientes fechados, como galpões e fábricas.

A solução criada pela i3C com diferentes tipos de etiquetas RFID, aliada a equipamentos robustos e de alta performance para um ambiente desafiador, executa leituras a grandes distâncias dos itens de estoque, seja seu acondicionamento em unidade, kits ou lotes, em armazéns ou pátios.

Integrados a uma plataforma de gestão de ativos, esses dados passam a possibilitar à subestação de transmissão de energia os seguintes resultados: monitorar seus estoques de forma mais eficiente, reduzir perdas, e garantir que as peças de reposição e materiais de segurança estejam sempre disponíveis para uso.

Êxito e expansão

A solução apresentada pela i3C foi validada na prática por simulações realizadas na subestação de Luziânia (GO). Essa aprovação do projeto durante a prova de conceito realizada em Goiás levou à expansão da parceria com a i3C também para as unidades de Imbirussu (MS), Araporã (MG), Luzimangues (TO) e Ribeirão Preto (SP). Com a tecnologia, a gestão de ativos que antes era feita em 200 horas de trabalho hoje pode ser realizada em apenas três horas

“Com esta entrega, ficou comprovada a viabilidade da tecnologia RFID para ambientes de negócio mais adversos, especialmente no que se refere às linhas de transmissão de energia”, avalia o engenheiro de Pesquisa e Desenvolvimento da i3C, Fabio Obaid.

“A State Grid Brazil Holding é parte de uma empresa mundial, de alta performance, que valoriza a inovação, e optou por soluções criadas em nosso país, demonstrando confiança na qualidade, seriedade e domínio tecnológico que a i3C detém”, destaca Evandro Eckile, CEO da empresa de tecnologia.

A gestão de ativos com a tecnologia RFID

O RFID é uma tecnologia que utiliza a radiofrequência para identificar, rastrear e gerenciar itens em estoque ou outros. Para fazer essa identificação, uma etiqueta RFID contendo um microchip é colocada em cada objeto unitário, kits ou lotes. Esse chip armazena todas as informações importantes para o controle de ativos. A comunicação dos dados é feita por ondas de rádio para um coletor. Um software de gestão estrutura a base de conhecimento para a tomada de decisão.

Os tipos de etiquetas RFID variam de acordo com cada produto a ser identificado. Por exemplo, em área externa podem ser usadas as chamadas tag RFID flex outdoor e tag encapsulada para metal. Já para produtos em ambiente interno uma opção é as tags de papel.

Empresários apresentam a governo de SC soluções para fomentar inovação e pauta ESG

Empresários apresentam a governo de SC soluções para fomentar inovação e pauta ESG

O Brasil é o segundo país do mundo com a mais alta maturidade em governo digital, segundo o índice GovTech Maturity Index 2022, divulgado pelo Banco Mundial. Esse resultado torna o país líder em governo digital no Ocidente.

Em relação aos Estados brasileiros, Santa Catarina saiu da 5ª posição em 2021 para a 7ª no Ranking 2022 de Oferta de Serviços Públicos Digitais dos Governos Estaduais e Distrital. O levantamento é organizado pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (Abep-TIC).

O que fazer para ter um governo mais digital, inovador e melhor para o cidadão? A provocação foi feita ao Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcelo Fett, por empresários envolvidos no Comitê Smart Cities do LIDE SC.

A proposta da classe empresarial é abrir diálogo com o Governo de Santa Catarina sobre iniciativas que podem ser implementadas em curto prazo para aumentar a eficiência econômica do Estado, além de apresentar soluções realmente úteis aos cidadãos.

Um dos problemas tratados foi a constante ausência de medicamentos nos estoques do Estado. De acordo com o Decreto nº. 1950, de 24 de maio de 2022, “a Secretaria de Estado da Saúde (SES) deverá disponibilizar a Relação Estadual de Medicamentos (RESME) cuja aquisição ou distribuição seja de responsabilidade estadual”.

Segundo o CEO da i3C, Evandro Eckile, a associação de dispositivos inteligentes com a tecnologia RFID é capaz de fazer esse controle com precisão e ainda reduzir em 35% o custo operacional desse processo. “Esse resultado para o Governo do Estado representa possibilidades de investimentos no que é essencial para os cidadãos. Pois sabemos que a diminuição de custos se reverte em recursos que podem ser redirecionados para novos investimentos em saúde, educação e desenvolvimento”, afirma.

O secretário Marcelo Fett concorda e reforça que a atuação da pasta de Tecnologia é justamente “identificar soluções de inovação e tangibilizá-las para compreender o impacto positivo que gerarão para o governo de Santa Catarina”. 

Fett diz estar muito atento a esse compromisso e destaca o que considera fundamental para a transformação digital do governo do Estado. “Infraestrutura e conectividade são pilares muito importantes para a inovação”, diz.

Pauta ESG

A tecnologia é um recurso versátil que contribui inclusive para o cumprimento dos objetivos das boas práticas de ESG. No Ranking de estados com melhor desempenho ESG, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em 2021, Santa Catarina aparece em segundo lugar.

Para o Estado, isso pode significar acesso à captação de recursos de instituições financeiras, inclusive internacionais, alguns deles subsidiados. Segundo a Global Sustainable Investment Alliance, o valor disponibilizado por fundos de investimento interessados em bons projetos alinhados aos pilares sociais, ambientais e de governança já chega a US$ 31 trilhões no mundo.

Em entrevista para a Folha de São Paulo, o coordenador de competitividade do CLP, Lucas Cepeda, disse que os estados e os países que nos próximos anos não derem atenção à lógica do ESG vão ser excluídos dos fluxos econômicos globais.

Portanto, “estimular boas iniciativas, soluções inteligentes, que reduzam custos”, segundo o presidente do LIDE SC, Delton Andrade, pode trazer a SC um reconhecimento importante se soubermos aproveitar as oportunidades. “Poderemos tornar SC um case de inovação no poder público”, conclui.